Arquivo da categoria Geral

BYOD, BYOT, BYOC… são, todas, oportunidades perdidas, capazes de levar até o CIO mais rigoroso a aderir ao BYOB.

Os funcionários estão trazendo seus próprios dispositivos e tecnologias para o ambiente de trabalho em números cada vez maiores desde os últimos anos, por um motivo simples com uma origem nada simples: a tecnologia que eles podem trazer é superior à tecnologia fornecida pela TI.

Agora eles estão “trazendo a sua própria nuvem” – assinando serviços baseados na nuvem por conta própria e usando-os no trabalho. BYOD, BYOT, BYOC? É o bastante para levar até o CIO mais rigoroso a aderir ao BYOB.

Quando você vai a um bom restaurante frequentemente e sabe que a lista de vinhos é absurdamente cara ou ele só tem opções limitadas, a única coisa inteligente a fazer é o BYOB (Bring Your Own Bottle), traga sua própria garrafa. Bem, inteligentes, empresas progressistas de todo o mundo estão começando a oferecer aos seus funcionários a opção do BYOD.

O BYOD/BYOT surgiu devido a quatro desafios que os departamentos de TI enfrentam há anos. Deveria ter se desenvolvido a partir da enorme oportunidade que representa _ e da qual qualquer CIO poderia tirar proveito.

Já o BYOC é diferente: deve e pode ser completamente desnecessário. É uma tendência crescente no local de trabalho porque a TI não está fazendo o seu trabalho.

Tudo que falta para que o BYOC se torne desnecessário é uma mudança total de atitude por parte da liderança de TI. Mas para fazer isso, precisamos saber o que deu errado _ e isso aconteceu muito antes do primeiro dispositivo de um funcionário fazer login na rede corporativa.

(mais…)

Prontoclínicas tem novo site

A Metasig lançou, na última quinta-feira (12), o novo site da Prontoclínica Planos de Saúde, totalmente voltado ao Cliente e de acordo com as Normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), agência reguladora de planos de saúde no Brasil.

O site conta com informações sobre os Planos de Saúde, consulta à rede de médicos associados com abrangência regional, informações sobre a estrutura e área de acesso ao cliente e prestador.

Com layout desenvolvido a partir da identidade visual da Prontoclinica, o site foi modelado de acordo com o gosto do Cliente e alinhado com o mercado.

Para a Metasig, o novo projeto surge em uma linha de completa evolução do site anterior, com muito mais recursos e tecnologias atualizadas.

Acesse!



A Metasig, vencedora da edição estadual (RS) do MPE Brasil 2011, na categoria Tecnologia da Informação, foi homenageada, na noite de sexta-feira, 23/03, pela conquista, no 9º Reconhecimento e Premiação Nacional às Micro e Pequenas Empresas.

Confira mais fotos na FanPage da Metasig
http://facebook.com/Metasig 

O Diretor Executivo da Metasig Pedro Müller, recebeu, das mãos do Presidente do Conselho de Administração da Gerdau Jorge Gerdau Johannpeter, a Placa de Reconhecimento pela participação e resultado obtido no MPE Brasil 2011. Além da cerimônia de premiação, o Diretor participou, junto com um grupo de empreendedores, do 4º Seminário Nacional MPE Brasil.

 

Das 58 mil empresas participantes em todo o Brasil,  somente 143 chegaram à etapa estadual do MPE e, dessas, saíram as finalistas e vencedoras em oito categorias – indústria, comércio, serviços, turismo, Tecnologia da Informação (TI), saúde, educação e agronegócio -, além do Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade Social e Destaque de Inovação.

O processo de avaliação considerou a análise da qualidade da gestão, da capacidade empreendedora do empresário e dos resultados alcançados por essas organizações a partir da implantação do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) da FNQ. As finalistas foram avaliadas por 66 examinadores voluntários.

O objetivo do MPE é reconhecer o empenho de micro e pequenas empresas na gestão de qualidade, com resultados consistentes, como o aumento da produtividade e da competitividade.

Fonte
MBC 

Muitos CIOs e CSOs já pararam de resistir ao uso dos dispositivos móveis nas organizações que gerem. Em vez disso estão empregando suas energias de outra forma: descobrir como aceitar que smartphones e tablets, iOS e Android, estão tornando-se rapidamente dispositivos de negócios.

Além de muito apelativos, aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas. A revolução dos PC, há 25 anos, obscureceu a distinção entre “trabalho” e “ambiente pessoal”. Hoje, os dispositivos móveis estão em linha com a TI empresarial, diluindo ainda mais essas fronteiras.

Mas questões de segurança são ainda uma preocupação central na maioria das organizações. A gestão de dispositivos móveis pode ser feita a partir de uma matriz de quatro classes em que são consideradas a maioria das necessidades de segurança empresariais.

É preciso ter em mente que a mobilidade está em mutação. As obrigações de segurança podem variar, mas é possível ajustar a estratégia para smartphones conforme essas categorias. As recomendações são baseadas apenas no que já está disponível hoje. Espera-se, entretanto, que os fabricantes continuem a melhorar os seus produtos.

(mais…)

Por Mark La Row*

Opções vão muito além do marketing e da publicidade.

As redes sociais têm a capacidade de fazer mais do que modificar a forma como as pessoas se comunicam e compartilham informações. Podem também, fundamentalmente, mudar a forma de fazer negócios, de uma nova maneira que somente agora começa a ser descoberta.

De todas as redes sociais que existem hoje, o Facebook é a mais importante para os negócios devido ao volume e profundidade de informações. É também a rede mais aberta para aplicações de negócios. O Facebook é o canal através do qual os consumidores relacionam-se com os outros e para onde as companhias devem ir com o objetivo de interagir com os seus clientes.

Dessa forma, as empresas devem aderir ao Facebook como uma oportunidade inédita para realizar ações de marketing e publicidade, encontrando caminhos para utilizar os dados contidos na rede, capazes de expandir sua base de clientes, aumentar a fidelidade e melhorar o serviço ao cliente.

(mais…)

O Google Chrome é um dos navegadores mais utilizados pelos internautas. Com uma facilidade enorme para adicionar extensões e abrir páginas, o navegador é capaz de sincronizar contas e extensões até com um dispositivo Android. No entanto, ele ainda não possui um recurso mais prático para navegar pelas abas abertas

Confira 7 opções para organizar suas abas do Chrome e acessar as páginas da internet com muito mais estilo.

 

 

Tab Jump

Tab Jump é uma ótima extensão para administrar as abas abertas do navegador. Ele deixa sua navegação pela web mais rápida e ainda permite bloquear páginas para evitar o fechamento de guias por acidente.

O complemento facilita a administração de guias abertas no navegador em uma interface mais simples, onde as páginas são visualizadas em uma pequena janela. Para ir para qualquer página, basta clicar sobre o nome dessas páginas.

Após instalado, o Tab Jump fica disponível na própria barra de endereços do Chrome. Um recurso adicional oferecido pelo add-on é que ele também permite visualizar e reabrir as últimas páginas fechadas no navegador.

Outra funcionalidade interessante do aplicativo é a exibição de páginas relacionadas. Quando estivermos em uma página com o mesmo domínio de outro site aberto no navegador, o complemento automaticamente a identifica e mostra quais são as abas relacionadas com a guia atual.

Além disso, caso o usuário queira evitar o fechamento de abas por acidente, ele pode clicar no botão com símbolo de cadeado exibido na janela do complemento para bloquear a página atual. Assim, para sair da página ou abrir um link ele terá de confirmar se deseja realmente sair do site.

(mais…)

Vírus para computador podem estar infectando worms e criando uma nova espécie de malware híbrido, informou a empresa de segurança BitDefender

Apelidado de “Frankenmalware”, os híbridos estariam sendo criados quando um vírus infecta uma máquina que já estava comprometida devido a um worm.

O vírus então se anexa aos arquivos executáveis no sistema hospedeiro (incluindo o worm) e quando o worm se espalha ele acaba carregando o vírus junto.

Segundo a BitDefender, foram analisadas uma amostra com mais de 10 milhões de pedaços do “Frankenmalware” e se descobriu 40 mil amostras diferentes deste novo tipo de praga.

(mais…)

Tudo conectado à internet

Objetos, plantas e até prédios podem ganhar capacidade de transmitir dados em poucos anos

Não se deixe levar pelo apelo futurístico do nome: internet das coisas. O conceito, uma das tendências da tecnologia atual, não tem nada de complicado. Significa apenas que os objetos estão cada vez mais conectados. A internet surgiu no desktop. Depois, foi para celulares, tablets e a televisão. E, agora, a tendência é que tudo transmita algum tipo de informação – do interruptor de sua casa a uma planta, passando por prédios e até rebanhos.

As “coisas” – ou os objetos – passam a se comunicar com o mundo e entre si através de sensores, como as etiquetas RFID e o NFC (veja abaixo). E um objeto inanimado ganha inteligência e poder de produzir informações – como a planta conectada que envia um tweet avisando o dono que está precisando de água.

Longe da futurologia, a tendência é atual – e concreta. Hoje estima-se que existam 9 bilhões de objetos conectados. Em 2020 esse número deve subir para 24 bilhões, segundo as estatísticas do GSMA, grupo que representa a indústria de empresas mobile no mundo.

(mais…)

Sites são reformulados

Mudanças. Elas vêm para melhor, sempre. Inovar (do latim innovare), significa introduzir novidades, produzir algo novo, encontrar novo processo, renovar.

Após dois anos na web, o Grupo Metasig inova ao reformular os sites da Metasig e Metaimob, que foram totalmente redesenhados. Os novos sites contam com layout agradável e totalmente voltado à usabilidade dos clientes, com destaque para os produtos e serviços oferecidos. Além disso, os internautas têm acesso a notícias atualizadas voltadas aos segmentos da tecnologia da informação (Metasig) e setor imobiliário (Metaimob), através dos blogs Imob e MetasigNews, respectivamente.

O diferencial do novo site Metaimob é o atendimento online: nesse ambiente o interessado pode obter informações mais detalhadas com profissional qualificado sobre o IMOBVenda, IMOBLocação e IMOBCondomínio, além do IMOBSite.

Confira os novos sites Metasig e Metaimob

Os novos projetos surgem em uma linha de evolução dos sites anteriores, com mais recursos e tecnologias atualizadas, e design atrativo e dinâmico


Novos canais

Para melhor se relacionar com seus clientes, Metasig e Metaimob ganharam, juntamente com o novo site, páginas no Facebook.

As FanPages oferecem conteúdo segmentado, assim como os blogs, e servirão de canal interativo com público e clientes.

Curta a página Metasig

Curta a página Metaimob

Boas Festas!

Há mais de 10 anos o Grupo Metasig oferece  excelência em serviços de tecnologia da informação para aumentar a sua produtividade e lucratividade.

Nesse fim de ano, além de nossos serviços, queremos oferecer muito mais…

 

Um Natal em família com muita alegria e união!

Um 2012 de muitos ideais e projetos, força de vontade e sucesso!

E para conseguir alcançar essas metas: muita saúde!

 

“A melhor maneira de predizer o futuro é criá-lo.”

Crie o seu!

 

A tela sensível ao toque suportará interações mais rápidas, com maior precisão. E os reconhecimentos de objetos e voz, serão facilitados.

Uma série de profundas mudanças deverá ocorrer na interface dos smartphones nos próximos 12-24 meses. Novos modos de interagir com os dispositivos surgirão. A interação tátil será melhorada através de telas com resoluções mais elevadas e com maior brilho, e reagirão com maior precisão e mais rapidamente, segundo Paul Erickson, analista da IMS Research, de Austin, no Texas, autor do estudo “Next Gen Assinalar User Interface”.

As mudanças tornarão o contato com os dispositivos muito mais preciso, concorda Ken Dulaney, vice-presidente do Gartner para mobilidade. “O problema é que às vezes o usuário toca “entre” os objetos. Uma maior precisão pode definir o que realmente se pretende tocar”, explica. “Além disso, melhores algoritmos ajudarão a garantir que o caracter pretendido apareça na tela”.

 

(mais…)

FELIZ NATAL!!! PRÓSPERO 2011!!!

2011_pesÉ com muita alegria que encerramos 2010! Caminhamos até aqui!

E o nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos.

Mas a beleza da caminhada e onde chegaremos depende dos que vão conosco!
Assim, que neste NOVO ANO que se inicia possamos caminhar mais e mais juntos, e ao final de 2011, termos construído, durante esta jornada, SUCESSO e PROSPERIDADE, com muita SAÚDE, AMOR E PAZ em nossas vidas.

Que venha 2011! Com muitas REALIZAÇÕES!

Deixamos uma mensagem especial para você, nosso cliente e parceiro.

Estes são os votos de toda a equipe do Grupo Metasig: Metaimob, Metasig e Prosen.

Celulares

Bancos e operadoras de telefonia móvel estão se unindo para permitir que o celular faça a vez dos cartões de crédito, débito e também do dinheiro

Clique aqui para assistir a matéria

Com acesso à internet, hoje a maioria dos aparelhos permite que o usuário acesse sua conta bancária, cheque o saldo, faça algumas transações e até alguns pagamentos. Agora bancos e operadoras de telefonia móvel estão se unindo para permitir que o celular faça a vez dos cartões de crédito, débito e também do dinheiro. A novidade deve revolucionar os pagamentos eletrônicos.

“Uma carteira eletrônica é um local onde se coloca seus cartões de crédito e eventualmente dinheiro. A carteira eletrônica no celular deve ter essas duas funcionalidades”, explica Cláudio Prado, diretor executivo de tecnologia do Santander Brasil.

Esta tecnologia está próxima de se tornar realidade, o processo só depende de um entendimento entre reguladores – neste caso o Banco do Brasil e a Anatel – as operadores de telefonia móvel e instituições financeiras. As questões tecnológica e de infra-estrutura estão praticamente resolvidas.

“As grandes tecnologias que estão envolvidas são a segurança que o celular tem no próprio chip, com criptografia dentro da rede GSM, e a rede de comunicação que evoluiu do GPRS, do EDGE e agora do 3G, que tem uma velocidade e uma capacidade de comunicação grande”, afirma Cláudio Prado.

Além do acesso à internet, o pagamento via telefone celular também poderá ser feito através des mensagens SMS – compatíveis com qualquer aparelho, desde os mais simples até os mais sofisticados. Existe também a tecnologia chamada NFC, na qualum segundo chip no celular faz com que o débito seja feito pelo aparelho apenas tendo que o aproximar de um sensor. Assim, não só como substituto do dinheiro e dos cartões, o celular poderia ser usado como vale-transporte ou vale-alimentação.

Eduardo Tude, presidente da Teleco, esclarece como a tecnologia pode beneficiar o comércio brasileiro, “em muito lugares onde não existem a máquina do cartão de crédito, o lojista poderia usar o próprio celular para efetivar o pagamento. Dessa forma a gente poderia ampliar muito os pontos de venda que aceitam o cartão de crédito através do celular, como motoristas de táxi e vendedores na praia”.

O que os bancos estão buscando fazer é uma estrutura de pagamentos instantâneos em que pequenos valores. Atualmente, vendedores já podem receber pagamentos com cartões. Um aplicativo lançado há pouco mais de uma semana para iPhone, iPad e iPod Touch possui um sistema instalado em que a loja só precisa entrar alguns dados, como valor e dados do cartão para validar a venda. Para funcionar, o aparelho precisa estar conectado à internet via rede 3G ou wi-fi. “Os dados são criptografados, então eles não ficam guardados no celular, o que dá uma segurança maior tanto para a pessoa física quanto para o lojista”, afirma Rômulo Dias, presidente da Cielo, rede de pagamentos eletrônicos responsável pelo aplicativo.

Fonte: Olhar Digital

Kit de competitividade, que inclui máquinas de última geração e treinamentos online, ajuda a sua empresa a entrar no mundo digital.


olhar digital


Uma pesquisa realizada pela Ipsos no ano passado traçou um panorama do Mercado brasileiro de tecnologia da informação e comunicação. O estudo mostrou que 8% das empresas brasileiras não possuem computadores. Das que têm computadores, um quarto não possui servidores dedicados a controlar o tráfego de dados pela rede da empresa. O uso de computadores do tipo desktop (os mesmos que você tem em casa) como servidor também é grande no mercado corporativo, com 40% das empresas adotando esta solução. Em outros países emergentes como Índia e China, a proporção é de 1 servidor para cada 30 computadores. Aqui no Brasil, é de 1 para cada 100! Essa conta explica porque tantas vezes quando você vai a uma loja, você ouve a expressã estamos sem sistema…

Com base nestes números, grandes empresas do setor de tecnologia se uniram por um mesmo ideal: ajudar micro e pequenas empresas brasileiras a se desenvolver tecnologicamente.

“Uma das grandes dificuldades que aparece nessa pesquisa é dessas empresas terem acesso a esse serviço. Elas não sabem onde procurar e depois quando elas adquirem algum tipo de tecnologia, seja um computador ou um tipo de software, elas não sabem como utilizar aquilo de maneira a integrar dentro dos seus negócios, dos seus processos, com fornecedores ou com clientes e chegar a entregar produtos melhores para os clientes e competir melhor no mercado em que elas atuam”, diz Fábio Tagnin, Diretor de Expansão de Mercado da Intel Brasil.

A proposta é entregar um kit com todas as ferramentas necessárias para a entrada de qualquer empresa no mundo digital. A Embratel fornece banda larga; a Itautec, as máquinas; o Banco Itaú financia, e o Google ainda oferece 150 reais em adwords para que as empresas se divulguem na rede. A Intel assina e amarra todo esse pacote, além de oferecer treinamentos online para que todos os participantes consigam tirar o máximo proveito do pacote.

Cinco pacotes diferentes são sugeridos para empresas de diversos tamanhos. Os mais baratos custam menos de 5 mil reais. Mas, caso seja do interesse do comprador, é possível personalizar estes pacotes com os equipamentos que ele bem entender.

A sugestão que nós estamos dando está baseada em pesquisas e na própria experiência da Itautec de atendimento a empresas de pequeno e médio porte. Então as configurações, as sugestões nossas são de produtos que se adaptam muito bem, são bastante flexíveis e se adaptam muito bem às necessidades das pequenas e médias empresas, diz Claudio Vita, Vice Presidente da Itautec.

Se você quiser ter acesso ao Kit de Competitividade, acesse o link logo abaixo desta matéria. O Next Generation Center, da Intel, oferece treinamento gratuito para você colocar sua empresa no século 21. E não é só: experimente o Termômetro de Competitividade. Com ele, você consegue saber em que nível de uso de tecnologia sua empresa aparece. Acesse já, afinal, no mundo dos negócios, tempo é dinheiro!

Links da matéria:

Next Generation Center
– Treinamento gratuito para empresas

Kit Competitividade

Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/central_de_videos/companhias-se-unem-para-ajudar-micro-e-pequenas-empresas-a-se-desenvolverem-tecnologicamente/12522/m_intel

De acordo com informações da Claro, o aparelho chega até o fim do ano e não terá exclusividade com nenhuma operadora

Lançado em abril nos Estados Unidos, o iPad finalmente tem previsão para chegar ao Brasil. De acordo com a assessoria de imprensa da operadora Claro, o tablet da Apple deve ser lançado no país no último trimestre de 2010. A empresa ainda não divulgou o preço do produto por aqui.

untitled

A Claro também informa que o aparelho não terá exclusividade com nenhuma operadora e deve ser vendido ao mesmo tempo por todas as companhias. A chegada do aparelho ao Brasil coincide com o anúncio da Apple sobre o envio da terceira remessa do aparelho em território internacional, que inicia em setembro.

Depois de começar a ser vendido no mercado norte-americano no dia 3 de abril, o gadget alcançou a Europa e Japão no dia 28 de maio. Em julho, o segundo lote internacional deve ser lançado na Áustria, Bélgica, Cingapura, Holanda, Irlanda, Luxemburgo, México e Nova Zelândia.

Embora o preço do iPad no Brasil ainda não tenha sido divulgado, os interessados em comprar o aparelho já podem ter uma noção do quanto devem ter que desembolsar com base nos valores estipulados em outras localidades. O gadget varia de preço de acordo com o país onde é vendido e também com a capacidade de armazenamento do produto.

Confira abaixo o preço médio do gadget em sete países:

Estados Unidos

16 GB Wi-Fi: 499 dólares, aproximadamente R$ 875

32 GB Wi-Fi: 599 dólares, aproximadamente R$ 1.050

64 GB Wi-Fi: 699 dólares, aproximadamente R$ 1.225

16 GB Wi-Fi + 3G: 629 dólares, aproximadamente R$ 1.102

32 GB Wi-Fi + 3G: 729 dólares, aproximadamente R$ 1.277

64 GB Wi-Fi + 3G: 829 dólares, aproximadamente R$ 1.452

Reino Unido

16 GB Wi-Fi: 429 libras, aproximadamente R$ 1.140

32 GB Wi-Fi: 499 libras, aproximadamente R$ 1.325

64 GB Wi-Fi: 599 libras, aproximadamente R$ 1.590

16 GB Wi-Fi + 3G: 529 libras, aproximadamente R$ 1.405

32 GB Wi-Fi + 3G: 599 libras, aproximadamente R$ 1.590

64 GB Wi-Fi + 3G: 699 libras, aproximadamente R$ 1.857

Alemanha, Espanha, França, Itália e Suíça

16 GB Wi-Fi: 479 euros, aproximadamente R$ 1.067

32 GB Wi-Fi: 579 euros, aproximadamente R$ 1.290

64 GB Wi-Fi: 679 euros, aproximadamente R$ 1.512

16 GB Wi-Fi + 3G: 579 euros, aproximadamente R$ 1.290

32 GB Wi-Fi + 3G: 679 euros, aproximadamente R$ 1.512

64 GB Wi-Fi + 3G: 779 euros, aproximadamente R$ 1.735

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/ipad-chega-ao-brasil-no-ultimo-trimestre/12801

velocidadeIBM trabalha em chips com conexão via luz, que permitirão desempenho na casa dos exaflops, muito acima do que se tem hoje.

Pesquisadores da IBM estão a um passo de desenvolver chips que usam pulsos de luz, no lugar de sinais elétricos, para transportar informações entre si. A empresa criou um dispositivo que consome pouca energia e que pode transferir informação em alta velocidade usando luz.

“O dispositivo, chamado de fotodetector nanofotônico avalanche, é rápido e pode permitir avanços na computação com uso eficiente de energia, que podem ter implicações significativas para eletrônicos no futuro”, disse a IBM em um comunicado, que incluiu vídeo com detalhes do funcionamento do dispositivo (confira abaixo).

Anunciado na quarta-feira (3/3), o dispositivo, que foi detalhado em um artigo publicado no jornal Nature, é capaz de transmitir dados em velocidades de até 40 gigabits por segundo, usando suprimento de energia de 1.5 volt, segundo a IBM. Os sinais de luz são transportados por circuitos de silício, no lugar dos fios de cobre usados atualmente.

Feito usando tecnologia de semicondutores já existente, o dispositivo é particularmente significativo porque consome 20 vezes menos energia do que outros aparelhos, afirma a IBM.
O objetivo dos pesquisadores é montar uma interconexão óptica no chip que permite a construção de computadores com capacidade de desempenho de exaflops, equivalente a 1.000.000.000.000.000.000 flops.

Para colocar em perspectiva, um computador com um 1 exaflop será aproximadamente 600 vezes mais rápido do que o mais poderoso do mundo, um Cray XT5 chamado de Jaguar, do Laboratório Nacional Oak Ridge, nos Estados Unidos, que atinge 1.75 petaflops, ou 0.0175 exaflops.

Fonte: PC WORLD

O que é um site?

Presença On-line: Internet – onde o mundo inteiro procura informações e serviços

O QUE É UM SITE?

Site é o nome que se convencionou dar para uma página na Internet onde usuários podem visualizar informações. É uma abreviação do nome em inglês “web site”, que, em tradução livre para o português, é algo como “lugar na rede”. Todos os sites juntos formam grande parte da World Wide Web (que dá origem ao www) – a rede de Internet – acessada por bilhões de vezes por dia por usuários do mundo inteiro.

Este site pode ser a págia de um banco, de um jornal, de um restaurante, ou até da sua empresa. E o endereço tem formato padronizado como: www.suaempresa.com ou www.seuprojeto.com, o que chamamos de nome de domínio.

Na próxima semana você ficará sabendo um pouco mais sobre o que é um nome de domínio.

Até lá!

Faça modelagens em 3D

Caneta com controles especiais constroi qualquer objeto no ar

A realidade aumentada trouxe várias possibilidades para o dia-a-dia. Agora, uma empresa resolveu trazer para o mundo real uma maneira diferente de modelar em 3D. Graças à realidade aumentada, uma caneta com controles especiais constroi qualquer objeto no ar!

Acha que é mentira? A história acontece assim: óculos especiais são utilizados pelo usuário. Com ele, é possível enxergar tudo o que está sendo construído. Quem vê de fora pode até achar que a pessoa está maluca, pois não existe nada real à frente. Ela interage com o nada. Depois de puxar daqui e esticar dali, é só empurrar o objeto para dentro da tela. Assim, o arquivo estará salvo.

Fonte: Olhar digital

Pixels voadores: eles já existem!

pixels

Que tal uma TV que projeta imagens reais em 3 dimensões, como se fossem hologramas? É o que pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveram. “Pixels voadores e inteligentes” flutuam no ar, de forma coordenada, até formar nuvens luminosas nos formatos determinados pelo sistema.
 
O projeto foi batizado de FlyFire e para que os pixels possam flutuar, uma série de micro-helicópteros coordenados por computador foram acoplados a eles. O resultado é uma tela tridimensional, que pode ser vista por todos os ângulos.
 
Para que o experimento funcione, é necessário que não haja ventos fortes e a imagem é melhor visualizada no escuro. Também é bom que seja utilizada uma área bem grande, já que os pixels precisam ficar distantes entre 3 e 10 cm para funcionarem de maneira correta.
 
Fonte: Olhar digital

CLOUDA computação em nuvem (ou cloud computing, em inglês) transformou-se no termo mais repetido ultimamente no mercado de TI. O problema é que, apesar de muitas pessoas falarem sobre o assunto, poucas conseguem ter uma definição clara do que ele realmente significa. O que representa um problema para os CIOs, os quais ficam perdidos em meio ao bombardeio de ofertas por parte dos fornecedores.

Como uma metáfora para a internet, ‘a nuvem’ é um termo já familiar, mas quando combinada com a palavra ‘computação’ torna-se um conceito maior e mais confuso. Alguns analistas definem o cloud computing como uma versão atualizada de utility computing – modelo no qual o usuário paga apenas pelo que realmente consome. Outros têm uma visão mais ampla e argumentam que computação em nuvem é qualquer recurso utilizado fora das fronteiras do firewall, o que inclui a terceirização tradicional.

Em uma definição simplificada, o cloud computing é um modelo que permite à TI aumentar a capacidade de processamento ou adicionar novos recursos sem ter de investir em uma nova infraestrutura, treinamento de pessoas ou pagar pelas licenças de software.

Com o intuito de mostrar as diversas facetas da computação em nuvem, analistas, fornecedores e usuários listaram os vários componentes que podem ser inseridos nesse modelo:

1.    SaaS (software como serviço)
Nessa modalidade, uma mesma aplicação pode ser oferecida para dezenas de usuários por meio de uma arquitetura. Do lado dos clientes, isso significa economia de investimentos em servidores ou licenças de software.

2.    Utility computing
A ideia não é nova, mas esse modelo tem servido para que grandes fornecedores ofereçam armanezamento e servidores virtuais sob demanda para as organizações.

3.    Web services
Esse conceito está intimamente ligado ao SaaS. No caso dos serviços baseados na Web, os provedores fornecem APIs (interface de programação dos aplicativos, em português) que permitem aos desenvolvedores explorarem as funcionalidades das aplicações por meio da Web.

4.    Plataforma como serviço
Outra variação do SaaS, esse modelo de cloud computing permite oferecer desenvolvimento como um serviço. Ou seja, o cliente pode ter sua própria aplicação rodando em um provedor de infraestrutura e a mesma é entregue aos usuários por meio da Internet.

5.    Managed Service Providers (provedores de serviços gerenciados)
Uma das formas mais antigas de computação em nuvem, o serviços gerenciado é basicamente focada em aplicações ligadas à TI do que no usuário final. Um exemplo é uma oferta de serviço de varredura dos e-mails para verificar a existência de vírus ou uma aplicação para monitoramento da rede.

6.    Service commerce platforms (plataformas de serviços comerciais)
Este modelo representa uma mistura entre SaaS e MSP, na medida em que oferece um serviço e os usuários podem interagir com o mesmo. A iniciativa costuma ser mais comum em iniciativas ligadas a comércio, como o caso de sistemas para gestão de despesas.

7.    Integração dos serviços na nuvem
A integração de serviços baseados nas nuvens ainda é algo recente. Mas, basicamente, ela prevê a interconexão entre os diversas iniciativas de cloud computing.

Fonte: CIO

rede_social As redes sociais serão os principais alvos das ameaças virtuais neste ano, de acordo com estudo feito pela fornecedora de soluções de segurança McAfee. A maioria dos golpes virtuais, segundo a empresa, será cometida por meio de aplicações para terceiros, em que os próprios usuários fornecem os dados, e os malware silenciosos, que são transmitidos sem que os usuários saibam.

De acordo com a pesquisa, as redes sociais e seus aplicativos de compartilhamento de conteúdo têm funcionado como praticamente um kit de ferramenta para hackers. Por serem pontos de alta rotatividade de pessoas e alta circulação de informações, qualquer malware pode atingir um número muito maior de computadores em um tempo muito menor.

Os cavalos-de-Tróia, segundo o relatório, sempre foram muito usados, mas o aumento do uso de sites de bancos e o aumento do nível de interatividade entre os usuários e as páginas eletrônicas os tornaram mais sofisticados e difíceis de detectar. A McAfee analisa que a maioria desses malwares vem com sistemas para silenciar os detectores e consultar os limites das contas de cada usuário, para que os roubos eletrônicos permaneçam abaixo deles e não sejam detectados pelos software de segurança dos bancos.

De acordo com o vice presidente sênior da McAfee, Jeff Green, a última década representou um grande avanço nas técnicas de prevenção e combate aos crimes virtuais, mas o que se tem observado é um grande aumento na quantidade e na sofisticação dos malwares. Green alerta que os sites populares devem ser encarados com muita precaução. 

Fonte: Ti Inside Online

internetO projeto de lei sobre o novo marco regulatório da internet deve chegar ao Congresso Nacional até março. Produzido pelo Ministério da Justiça, o marco civil, como está sendo chamado, deverá tratar de direitos fundamentais e responsabilidades dos usuários da web e deveres do Estado.

“A ideia é criar uma primeira camada de interpretações para assuntos legais relacionados à internet, lançando pedras fundamentais para depois tratar outras questões”, explicou o coordenador do projeto, Paulo Rená da Silva Santarém.

Temas polêmicos como direitos autorais, pedofilia e outros assuntos de direito penal, contudo, devem ficar de fora do novo marco. De acordo com Rená, esses assuntos já estão com o debate mais estruturado socialmente e já possuem projetos de lei específicos. Antes de tratar deles, na opinião do coordenador, é preciso criar um mecanismo para que as decisões judiciais sobre o uso da internet sejam uniformizadas.

“Atualmente você pode ter duas decisões judiciais sobre um mesmo assunto completamente diferentes. E as duas estarão embasadas legalmente nos preceitos constitucionais. É preciso criar diretrizes para guiar essas decisões”, afirmou.

O texto, que teve a primeira parte em consulta pública até o dia 17 de dezembro, vai ser focado em questões como anonimato, privacidade e divulgação de dados dos usuários. Sobre este último tópico ainda não está decidido o que exatamente a nova lei determinará, mas já se sabe que a orientação é para que as informações sobre a movimentação do usuário dentro de uma página não possam ser compartilhada entre empresas livremente.

O projeto surge a partir de uma exigência dos movimentos sociais ligados ao tema que cobraram do governo federal um marco regulatório. O texto vai na contramão de alguns projetos que tramitam no Congresso Nacional que buscam mais controle e restrição na rede. “A intenção do projeto é não começar a regular internet pela porta da cadeia, o objetivo é ampliar a liberdade”, disse Rená.

Essa liberdade faz parte de um conjunto de diretrizes lançadas pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) – órgão que cuida da governança da internet no Brasil – que prevê também a neutralidade da rede, a inimputabilidade da rede pelas violações de direitos que possam ser cometidas e ambiente legal regulatório, entre outros.

Também devem ser incorporados ao projeto os princípios do Plano Nacional de Banda Larga, que será divulgado até o fim de janeiro. Junto com a previsão do plano de levar internet rápida e barata para todo o país, universalizando o acesso, o novo marco regulatório irá incluir esse acesso como preceito constitucional.

“A ideia é transformar uma política de governo em política de Estado. Como direito fundamental do cidadão, isso passará a ser um compromisso estatal”, explica Rená.

O novo marco civil deverá passar por uma segunda consulta pública quando a minuta do projeto estiver pronta, entre janeiro e fevereiro. A primeira consulta ficou disponível na internet durante 45 dias, quando recebeu média diária de 1,3 mil visitas. As informações são da Agência Brasil.  

Fonte: Ti Inside Online

RISCOO relatório ‘Meeting today’s financial challenges’, criado pela auditoria e consultoria Ernst & Young com o intuito de mapear os desafios financeiros das organizações, aponta que muitas empresas foram atingidas de forma mais severa pela recente crise internacional por conta da falta de planos eficazes para monitorar e mitigar o impacto de riscos externos.

Um dos motivos para esse cenário, de acordo com o diretor da Ernst & Young Antonio Cocurullo, está no fato de que a maioria dos conselhos de administração e comitês de auditoria das empresas trata a gestão de riscos de forma burocrática.

As próprias empresas consultadas pelo estudo confirmam essa postura. Somente 13% dos 153 membros de comitês de auditoria ouvidos classificaram sua função de gerenciar riscos como muito eficaz. Ao mesmo tempo, quatro em cada dez companhias ouvidas esperam aumentar os recursos para essa área, sendo que 85% delas planejam melhorar o alinhamento com os objetivos de negócio e 84% pretendem aprimorar o processo para avaliação dos riscos.

Fonte: CIO

Fabricante mostra fotos do tablet JooJoo

joojoo

A Fusion Garage mostrou no último final de semana as primeiras imagens do tablet JooJoo para acesso à internet. O JooJoo é alvo de polêmica, já que o blog americano TechCrunch tinha criado, em parceria com a Fusion Garage, um tablet chamado CrunchPad e que deveria custar menos de US$ 300.

O JooJoo, na versão da Fusion Garage, é um computador tablet portátil com tela sensível ao toque de 12,1 polegadas, que entra em funcionamento em nove segundos e pesa 1,1 kg. Além de acessar a web com a tela em modo retrato ou paisagem, ele reproduz vídeos em alta definição, de acordo com a fabricante. Seu preço estimado deve ficar em torno de US$ 500.

O TechCrunch entrou na última sexta-feira com uma ação contra a Fusion Garage, que diz ser dona do projeto, em uma corte federal da Califórnia por fraude e engano, mau uso de idéias de negócios, quebra de responsabilidade fiduciária, competição injusta e violação do ato Lanham.

Segundo o TechCrunch, o Crunchpad estava quase pronto para ser apresentado ao mercado em sua versão final no último dia 20 de novembro. Entretanto, a Fusion Garage informou que os acionistas da empresa tinham optado por se retirar do projeto e fazer sua própria versão do produto, sem a participação do TechCrunch.

Fonte: Terra

 
Voz: Padre Marcelo Rossi

Estes são os votos de todos os integrantes do Grupo Metasig, para seus Clientes, Parceiros e Colaboradores!

GRUPO METASIG

Parceiro tecnológico ganha prêmio Eco

intelcav

iPhone ganha projetor de vídeo

iphoneQue tal um equipamento portátil, que pesa menos de 100 gramas e é capaz de projetar imagens de até 60 polegadas? E mais: ele pode ser ligado a um iPod, iPhone ou qualquer fonte de vídeo que tenha saída componente. O projetor é comercializado pela alemã Hammacher Schlemmer, e custa US$ 379,95.

A resolução da imagem atinge 480 x 320 pixels, e a taxa de contraste é de 1000:1. A bateria dura 2 horas e o equipamento ainda traz uma caixa de som integrada de meio watt.

 Fonte: Olhar digital

Superando todas as expectativas iniciais, o Brasil deve fechar 2009 com algo entre 7 e 8 milhões de terminais de internet móvel, entre celulares e modems, segundo a consultoria Teleco. Só em outubro, o aumento foi de 1,2 milhão de aparelhos. Não há dúvida da grande demanda por internet móvel no país, mas será que os serviços oferecidos estão à altura? Para responder a esta pergunta, fomos às ruas de São Paulo testar a conexão 3G das quatro operadoras que cobrem a cidade: Vivo, Oi, Claro e Tim.

Os quesitos avaliados foram: cobertura, estabilidade e velocidade das conexões. Para garantir igualdade de condições no teste, usamos o mesmo modem para todas as operadoras, o Bandluxe C178, e um Macbook, da Apple. Definimos 3 pontos-chave da cidade de São Paulo para testar as conexões na rua : a praça Silvio Romero, no Tatuapé, a av. Paulista, perto do parque Trianon, e a Av. Roberto Marinho, no Brooklin. Nesse locais, estávamos estacionados, mas, também experimentamos navegar na internet nos 4 serviços com o carro em movimento, circulando pela cidade.

Começamos dirigindo pela região do Parque do Ibirapuera até a 23 de Maio. No viaduto, a conexão da TIM ficou instável, caiu e retornou apenas na Avenida Alcântara Machado, na Mooca, após 5 tentativas. Em seguida, circundamos o Shopping Metrô Tatuapé e ruas vizinhas.

Nessa região, a Claro apresentou uma conexão lenta, não conseguimos encontrar sinal com facilidade. A Vivo até apresentou uma conexão estável, mas a velocidade não foi lá essas coisas: variou entre 40 e 95 kbps. A Oi nem apresentou sinal, e aqui tiramos nossa primeira conclusão: os serviços 3G em São Paulo são bastante heterogêneos, variam bastante quando se está em movimento.

Chegamos à Praça Sílvio Romero, no bairro do Tatuapé. A Tim demorou um pouco para conectar, mas apresentou um sinal estável e conseguiu atingir uma boa velocidade: 843 kbps. Conseguimos assistir a vídeos numa boa, nem chegou a bufferizar. Já com a Claro, percebemos que a velocidade aumentou ao ficarmos parados num mesmo lugar, mas o sinal continuou oscilando. Atingiu máxima de 146 kbps. Com o modem da Vivo, tivemos muita dificuldade para encontrar a rede 3G. Na primeira tentativa, conseguimos a velocidade de 109 kbps. Na segunda tentativa, o padrão de rede caiu de EDGE para GPRS e pegamos velocidade de 17 kbps – a pior de todo o teste. A terceira tentativa foi melhor: velocidade de 237 kbps. A Oi, simplesmente, não possui cobertura 3G na região. Achou apenas o padrão EDGE. Velocidade máxima de 138 kbps e mínima de 38 kbps. Uma lentidão desesperadora.

Resumo das conexões na Sílvio Romero (velocidades máximas):

TIM: 843 kbps

Claro: 146 kbps

Vivo: 109 kbps

Oi: 138 kbps

 
Próxima parada: Avenida Paulista. A TIM encontrou rapidamente a rede 3G e atingiu velocidade máxima de 507 kbps. Em movimento, porém, a velocidade cai um pouquinho e fica entre 300 e 400 kbps. A Claro teve dificuldade para encontrar conexão, mas a velocidade foi razoável: 595 kbps. Em movimento, esse status continua bom. Aqui, a Vivo encontrou rapidamente a rede 3G e ainda registrou velocidades excelentes: bateu picos de 1045 kbps. Em movimento as velocidades foram bem menores: entre 399 e 623 kbps. A Oi, novamente, decepcionou: não encontramos rede 3G da operadora em plena Avenida Paulista! A velocidade máxima foi de 132 kbps, no padrão EDGE. Em movimento, as velocidades encontradas foram de 70 e 102 kbps.

Resumo das conexões na Av. Paulista (velocidades máximas):

TIM: 507 kbps

Claro: 595 kbps

Vivo: 1045 kbps

Oi: 132 kbps

Nossa última parada foi na Avenida Roberto Marinho, zona Sul da cidade. E nem a chuva nos fez desistir dos testes. A TIM conectou com rapidez na rede 3G. as velocidades foram boas: 657 e 777 kbps. A Claro conectou com muita rapidez e bateu recorde de velocidade do teste: 1113 kbps na primeira tentativa e 1096 kbps na segunda tentativa. Com a Vivo, foi difícil encontrar sinal, e a conexão foi bem lenta nas 3 primeiras tentativas: 173, 187 e 184 kbps. Mas a quarta e quinta tentativas foram boas: 837 e 855 kbps. A Oi? Bom… aqui também, o resultado foi o mesmo: nada de rede 3G. Velocidades entre 19 e 53 kbps no padrão EDGE.

Resumo das conexões na Av. Roberto Marinho (velocidades máximas):

TIM: 777 kbps

Claro: 1113 kbps

Vivo: 855 kbps

Oi: 53 kbps

A nossa conclusão final é a seguinte: o serviço 3G no Brasil precisa melhorar e muito! Basta pensar que esse teste foi feito na maior cidade do país… e mesmo aqui a qualidade dos serviços deixa tanto a desejar que é impossível selecionar um vencedor. Em muitos locais onde determinada operadora pode ter bom desempenho, outras mal seguram as conexões por alguns minutos. Mesmo entre uma única operadora, o serviço não é homogêneo na cidade. Nossa recomendação é que, antes de contratar uma banda larga móvel, avalie o serviço em seu bairro ou bairros onde mais pretende usá-la. Mesmo assim, não há garantia de estabilidade. Mas num panorama geral, o cenário é o seguinte: a Claro, que não vinha obtendo resultados satisfatórios logo na estréia do serviço, há 2 anos, e recebeu muitas reclamações, mostrou sensível melhora em velocidade e estabilidade. Mas os resultados ainda são muito divergentes. A Vivo apresentou bom equilíbrio entre qualidade de sinal e cobertura, mas ainda deixa a desejar em muitas áreas da cidade. A TIM tem cobertura bem menor que Claro e Vivo, mas o sinal costuma ser mais forte e as conexões caem menos. Quanto à Oi, estamos até agora nos perguntando onde estaria o seu 3G…

Quer saber como anda o 3G na sua região? Então acesse os links abaixo, que te levam a um site que traz um mapa do Brasil com informações da cobertura 3G em todos os estados. O mapa é colaborativo, e você também pode deixar as suas impressões e experiências com as conexões de dados. E o SpeedTest te permite fazer o teste de velocidade onde quer que você esteja. Acesse, confira e colabore!

Links desta matéria:

Sinal 3G: Mapa Wiki da cobertura 3G no Brasil

SpeedTest: Teste a velocidade da sua conexão

 Fonte: Olhar digital

Principais ameaças virtuais para 2010

virusInternautas, preparem-se para enfrentar problemas de segurança como programas fraudulentos, infecção em sites que reduzem URLs, spam em serviços de comunicação instantânea e ataque a dispositivos móveis. Essas serão as principais ameaças virtuais previstas para o ano que vem num relatório preparado pela Symantec.

Alguns dos perigos digitais acima são conhecidos dos usuários. Outros estão ganhando sofisticação: o phishing, que permite captar senhas e números de cartão de crédito, pode chegar aos serviços de redução de URL, como TinyURL e Bit.ly, muito usados por adeptos do Twitter. “Ao acessar um determinado site de compactação de endereço, o usuário será direcionado a um local infectado e, com isso, poderá ter seus dados roubados”, diz Paulo Vendramini, diretor de engenharia da Symantec.

Esta técnica de diminuir a URL também está beneficiando os spammers, aqueles que enviam mensagens com conteúdo indesejado. Para escapar de filtros, é bastante provável que os emissores de spam encurtem seus endereços para executarem atividades criminosas. “É preciso redobrar os cuidados com URLs mascaradas”, afirma Vendramini.

As redes sociais também serão alvos de fraudes no próximo ano, de acordo com a pesquisa da Symantec. Com o aumento do volume de pessoas que se cadastram por dia, os criminosos virtuais começam a investigar a vulnerabilidade desses sites para atacar e chegar até as contas dos usuários. Assim, podem modificar algo da página ou usá-la para infectar a lista de contatos.

Outra modalidade que merece atenção é o uso de programas fraudulentos. Trata-se de um software que se apresenta como um antivírus legítimo, mas na verdade é um produto malicioso. O aplicativo rouba senhas ou outros dados dos usuários sem que eles percebam. Este tipo de prática é mais freqüente nos programas baixados pela internet.

Há também pragas mais específicas, como códigos maliciosos específicos para smartphones, por exemplo. Como aconteceu recentemente com o vírus Ikee, que alterava a imagem da tela do iPhone para uma foto do cantor Rick Astley, sucesso nos anos 80. Para Vendramini, esses ataques deverão se tornar ainda mais comuns com o aumento do uso desses dispositivos.

O diretor da empresa de segurança acredita que diante dessas ameaças virtuais usar somente o antivírus será insuficiente. “Será necessário um conjunto de políticas de segurança, que combinem software, educação aos usuários, mudança de senha e backups regulares”, diz Vendramini.

Fonte: Época Negócios

20090127120243A Microsoft admitiu mais uma falha grave nas versões 6 e 7 do navegador Internet Explorer. A vulnerabilidade, segundo a empresa, ainda não foi explorada por crackers, mas a companhia tratou de divulgar um guia de como os usuários precisam agir nesse caso.

O erro no browser possibilita a execução de código remoto devido a uma falha no Cascading Style Sheets – CSS. O problema foi verificado no IE 6 e no o IE 7 nas plataformas Wndows XP, Vista, Server 2003 e Server 2008.

Para minimizar a exposição a invasões, os usuários devem configurar o navegador para rodar no modo de proteção, além de fixar a zona de segurança da Internet para “alta”. Essa operação evita a abertura de “JavaScript”. Não foi divulgado ainda um pacote para a correção dessas falhas.

Fonte: Olhar digital

porterA maior autoridade mundial em estratégia e competitividade vai responder às perguntas de leitores de Época NEGÓCIOS. Michael Porter, professor da Harvard Business School, nos Estados Unidos, tornou-se best-seller entre presidentes e executivos de grandes empresas no mundo, com sua teoria sobre as cinco forças competitivas das companhias e as três vantagens competitivas que elas devem possuir.

Aos 62 anos, Porter é autor dos principais best-sellers sobre estratégia, entre os quais se destacam “Vantagem Competitiva”, “A Vantagem Competitiva das Nações” e, mais recentemente, “Repensando a Saúde”. Por quatro vezes, Porter recebeu o prêmio McKinsey Award pelo melhor artigo publicado na Harvard Business Review, revista da escola americana de economia e negócios, uma das mais importantes do mundo.

O especialista lidera, na Harvard Business School, o programa para novos presidentes de empresas com faturamento superior a US$ 1 bilhão e também o Institute for Strategy and Competitiveness. Além disso, realiza o assessoramento de governos e empresas líderes mundialmente.

Formado em Engenharia Mecânica, obteve os títulos de mestre e Ph.D. em Economia Empresarial pela Universidade Harvard. Em estudo mundial realizado pela empresa de consultoria Accenture, que gerou um ranking internacional dos principais consultores e pensadores do management mundial, Michael Porter foi classificado em primeiro lugar.

Porter estará no Brasil no início de dezembro para participar do HSM Expo Management (www.expomanagement.com.br). Ele fará uma palestra, intitulada “Do Planejamento à Implementação”, no dia 2 de dezembro, e abordará os seguintes tópicos:

- Por que o pensamento atual sobre competição é destrutivo para empresas e clientes

- Por que a maioria das empresas não tem uma estratégia

- Como definir em qual negócio uma empresa está realmente competindo

- A definição da estratégia correta

- Como implementar e comunicar uma estratégia: os passos essenciais

- Como definir metas corretas para a empresa

As 15 questões selecionadas serão respondidas por Michael Porter na revista e no site. Clique aqui e envie sua pergunta agora com nome completo, telefone, cidade e estado. Mande quantas questões quiser até o dia 30 de novembro.

Fonte: Época Negócios

Software salva as últimas informações e as mantém após a reinicialização

Sabe quando o Windows resolve fazer as atualizações automáticas e, de repente, pede que você reinicie o computador naquele momento? Não tem nada mais chato, né? Principalmente se você está no meio de um trabalho, ou tem várias páginas da internet abertas ao mesmo tempo. Difícil é se lembrar de tudo e reabrir os programas naquele mesmo estágio depois. Mas com este programinha aqui, o “Cache My Work”, é possível reiniciar o computador e voltar ao estado em que ele estava antes.

O software mantém uma cópia de todos os programas abertos em cache. Para usá-lo, é fácil. Antes de desligar o micro, acione o programinha e escolha as aplicações que deverão ser carregadas junto com o sistema operacional. Ele é compatível com qualquer versão do Windows, inclusive o 7, e é gratuito.

Fonte: Olhar digital

internetUma pesquisa divulgada pelo Ibope nesta segunda-feira e realizada em quatro países da América Latina com o objetivo de desvendar os hábitos da população de alto poder aquisitivo, apontou os brasileiros como os mais convencidos das facilidades do consumo online. O estudo também indicou que 85% da elite brasileira confia na internet como fonte de informação e que 91% dos entrevistados busca dados na web antes de efetuar uma compra.

O estudo, denominado The Elite Consumer, foi realizado pelo Ibope na Argentina, Brasil, Colômbia e México com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses. O objetivo da pesquisa foi conhecer os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo.

Em relação aos argentinos, colombianos e mexicanos, os brasileiros se destacaram no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%). Os vizinhos latinos se mostraram mais conservadores, já que menos da metade concorda com esta percepção, segundo a pesquisa do Ibope.

Os smartphones (ou celulares inteligentes) apareceram como objeto de desejo para os próximos 12 meses de 50% dos entrevistados. A pesquisa também apontou alto índice de uso dos serviços bancários pela internet: 63% dos entrevistados usa home banking e o índice de acesso via internet pelo celular varia entre 4% e 6%.

Fonte: Terra

As dez principais tendências para 2010

2010Computação em nuvem, TI Verde, segurança e remodelagem do data center estão entre as soluções consideradas estratégicas para o próximo ano.

Nesta semana, a consultoria Gartner divulgou um ranking com as dez principais tendências estratégicas de TI para as organizações em 2010. De acordo com o levantamento, essas soluções tendem a impactar os planos, programas e iniciativas de longo prazo dos CIOs.

Confira abaixo a lista das principais tendências citadas pelo Gartner:

Cloud computing – modelo em que fornecedores entregam aos consumidores série de serviços baseados em nuvem. Os recursos do cloud não eliminam os custos das soluções de TI, mas os reorganiza e, em alguns casos, os reduz.

Análises avançadas – ferramentas e modelos analíticos devem ser adotados para maximizar os processos de negócio e a eficácia das decisões por meio da análise de resultados. Isto pode ser visto como um terceiro passo no suporte a decisões de negócios operacionais. Regras fixas e políticas pré-definidas renderam-se a decisões impulsionadas por informações corretas fornecidas no momento correto, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações.

Client computing – a virtualização está criando novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing. Como resultado, a escolha de uma determinada plataforma de hardware de PC e, consequentemente, a plataforma do sistema operacional, torna-se menos crítica. As organizações deveriam estabelecer, proativamente, um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing.

TI verde – a TI pode viabilizar muitas “iniciativas verdes”, como gestão de documentos eletrônicos e redução de viagens com o uso de videoconferência. A TI também fornece ferramentas analíticas que a organização pode implementar para reduzir o consumo de energia no transporte de mercadorias ou em outras atividades de gestão das emissões de carbono.

Remodelagem do data center – descobrir o que a empresa tem, estimar o crescimento para 15 a 20 anos e, então, fazer a construção adequada. Os custos serão realmente menores se as organizações adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais, que são uma parte não trivial das despesas gerais de TI para a maioria dos clientes, libera recursos para serem aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou no próprio negócio.

Computação Social (Social Computing) – Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para suportar seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (sejam pessoais ou em grupo) e outro para acessar informações “externas”. As organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Não ignore a função do perfil social de reunir as comunidades.

Segurança – Tradicionalmente, o foco da segurança tem sido estabelecer um muro perimetral para manter os outros de fora, mas ela evoluiu para monitorar atividades e identificar padrões que foram esquecidos anteriormente. Os profissionais de segurança da informação enfrentam o desafio de detectar atividades maliciosas em um fluxo constante de eventos distintos que normalmente estão associados a um usuário autorizado e são gerados a partir de múltiplas redes, sistemas e fontes de aplicações.

Memória Flash – A memória flash não é algo novo, mas está se movendo para um novo nível no plano de storage. A memória flash é um dispositivo semicondutor de memória, familiar por seu uso em pendrives e cartões de câmeras digitais. É muito mais rápida do que os discos giratórios, mas consideravelmente mais cara; porém, este diferencial está acabando.

Virtualização para disponibilidade – A virtualização tem estado na lista das principais tecnologias estratégicas nos anos anteriores e está na relação deste ano porque o Gartner enfatiza novos elementos, como a migração dinâmica para disponibilidade, que tem implicações no longo prazo.

Aplicações móveis – Até o final de 2010, 1,2 bilhão de pessoas carregará consigo dispositivos capazes de realizar transações comerciais móveis, proporcionando um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da web. Já há algumas milhares de aplicações para plataformas como Apple iPhone, apesar do mercado limitado e da necessidade de uma codificação única. Isto pode levar a uma nova versão que seja projetada para operar de forma flexível tanto nos PCs quanto nos sistemas em miniatura.

Fonte: CIO

Computador que imita o cérebro humano?

No ano passado, a DARPA – Agência de Pesquisa e Projetos Avançados dos Estados Unidos – investiu US$ 5 milhõescerebro_computador em um projeto da IBM que tinha como objetivo desenvolver um computador capaz de emular as atividades do cérebro de uma criatura viva. Eles já conseguiram desenvolver um modelo capaz de fazer as atividades do cérebro de um rato, e agora partem para um projeto mais ambicioso: desenvolvem um computador complexo o suficiente para realizar as atividades do cérebro de um gato. Paralelo a isso, estão mapeando o cérebro humano para que o projeto final se torne realidade o quanto antes.

A ideia desse projeto é fazer com que engenheiros descubram novas maneiras de criar computadores que imitem as estruturas cerebrais – um ambiente chamado de “computação cognitiva”, capaz de entender as informações ao mesmo tempo em que elas são processadas.

Fonte: Olhar digital

Notebooks de entrada, qual é o melhor?

Veja o comparativo entre os modelos da Positivo, Itautec, Dell e Lenovo; MacBook também entrou na roda, confira!
A ideia deste Laboratório Digital é avaliar os notebooks de entrada, ou seja, os equipamentos mais baratos ofertados pelos principais fabricantes e definir a melhor escolha para um usuário que quer comprar um notebook.

 

O nosso teste cai com uma luva para quem não entende o “tecniquês” da área de tecnologia e usará o equipamento para tarefas de rotina, como executar uma suíte de aplicativos de escritório (processador de textos, planilha eletrônica, visualizador de emails e fazer apresentações), navegação na Internet, execução de músicas e vídeos, backup de dados pessoais etc.

Não se enquadram nesta categoria usuários que utilizam aplicativos que demandam de muito processamento, como softwares de engenharia, edição gráfica, jogos entre outros.

A pergunta a ser respondida neste Laboratório é: quero comprar um notebook. Qual a melhor escolha custo x benefício dentro dos equipamentos mais baratos ofertados pelos fabricantes?

Para a realização desse trabalho, entramos no site dos fabricantes e escolhemos quais seriam os equipamentos de entrada a serem avaliados neste laboratório digital. Como existem muitos tipos e modelos em cada fabricante, definimos alguns itens mínimos para termos uma comparação justa.

Itens mínimos usados na seleção:

• Modelo mais barato ofertado no site do fabricante
• Sem personalização. Não mudamos as configurações disponíveis para o
equipamento, comparamos com as características mínimas disponíveis.
• Mínimo de 1GB de memória
• Mínimo de 14.1” de tela (LCD)
• Mínimo de 120GB de HD

Não limitamos o sistema operacional, porém, para uma comparação mais justa na questão de preços, fizemos um ajuste dos valores inserindo o custo do sistema operacional que estava mais presente nos modelos ofertados.

Os notebooks ofertados com Linux tiveram o valor de uma licença de Windows Vista Home Basic acrescida no preço final, os notebooks ofertados com Windows Vista Starter tiveram a diferença de preço para um Windows Vista Home Basic acrescido no preço final. O MacBook teve valor subtraído devido ao fato do seu S.O. ser mais caro do que o sistema operacional selecionado como Base para a pesquisa.

Desta forma, acreditamos que a análise ficou balanceada, uma vez que nosso intuito não é, de maneira alguma, fazer comparativos entre os sistemas operacionais. Temos que ter um fator preço padronizado e não gostaríamos de ter de fazer as análises segmentando o equipamento por fabricantes de sistema operacional ou de processadores.

Da mesma maneira, usuários de Linux e de Mac OS X deverão aproveitar os testes e reavaliar segundo uma ótica diferente os resultados.

Modelos analisados:

• Positivo Mobile Z510,
• Itautec Infoway Note W7650,
• Dell Inspiron 15,
• Lenovo G530 (4151-H6P),
•Apple MacBook MC240BZ/A.

Principais características avaliadas:

Para realizar o comparativo utilizamos 7 quesitos de avaliação, dentre eles: Sistema de Processamento, Memória, Armazenamento, Sistema de Vídeo, Conectividade, Portabilidade e Custo x Benefício.

No item “Sistema de Processamento” analisamos a tecnologia do processador levando em consideração, principalmente, a quantidade de cores, a velocidade de barramento e a quantidade de memória auxiliar – cache. A velocidade medida em Hz não foi levada em consideração primária, pois é entendido que esta não é a melhor forma de se avaliar a potência dos processadores. Do ponto de vista do usuário, priorizamos mais a atualidade da tecnologia utilizada no processador.

No quesito “Memória” levamos em conta a quantidade de memória disponível e sua velocidade. Não demos muito peso na questão de possibilidade de expansão porque para as atividades básicas de um usuário comum, dificilmente passará de 4GB de memória, característica atendida por todos os equipamentos.

O tópico “Armazenamento”, por sua vez, foi analisado, prioritariamente, a quantidade de espaço disponível, porque todos possuem gravadores de CD/DVD e disco com tecnologia SATA de 5400 rpm.

Já no “Sistema de Vídeo”, o maior peso foi dado para o tamanho da tela (LCD) e para a capacidade da placa de vídeo. Entendemos que, para um usuário comum, quanto maior a tela, melhor. Devido ao conceito do teste, de avaliar equipamentos de entrada, uma das premissas adotadas foi a de que notebooks com telas menores de 14.1” seriam descartados. Não descartamos telas maiores porque não houve notebooks de entrada ofertados com tela maior do que 15.6”. As placas de vídeo foram comparadas pela sua memória, tecnologia e velocidade.

No aspecto de “Conectividade” analisamos diversos itens, como placa de rede, conexões Bluetooth, número de portas USB, saída HDMI, tipo de rede Wireless compatível, webcam, leitor de cartões externos entre outros. Maior peso foi dado neste item à tecnologia encontrada. Entendemos que um notebook com saída HDMI, placa de rede Gigabit, placa wireless compatível com padrão “n” e Bluetooth garantirão que o equipamento seja compatível com tecnologias recentes do mercado e poderão ser utilizados por mais tempo com menores transtornos ao usuário.

A questão da “Portabilidade” foi avaliada a partir da facilidade de levar seu equipamento com você com maior conforto. Neste quesito a relevância é dada para peso e capacidade da bateria.

E, por fim, mas não menos importante, o item “Custo x Benefício”, no qual dividimos o valor do equipamento pela pontuação total dele. Quanto menor esse indicador for, melhor é a relação custo x benefício.

Fonte: Olhar digital

cloud_computingAntes de adotar a computação em nuvem, o CIO deve contabilizar as despesas demandadas indiretamente pelo padrão, como aquelas relacionadas à contratação ou capacitação de pessoas, à criação de processos e à transição de arquiteturas.

Por mais que o modelo de cloud computing (computação em nuvem) seja apontado como uma saída para a necessidade de reduzir custos da TI, antes de adotá-lo e assinar um contrato com provedor especializado, o CIO deve contabilizar os custos “escondidos” que o padrão demanda – como aqueles relacionados à contratação ou capacitação de pessoas, à criação de processos, transição de arquiteturas de dados, entre outros.

Mesmo que os gestores de TI já estejam familiarizados a analisar esses tipos de gastos, o desafio trazido com cloud computing está em quantificar exatamente essas despesas em um novo modelo, de forma a criar maneiras de gerenciá-los e compará-los ao total de custos estabelecidos no padrão tradicional de computação.

Na medida em que as organizações consideram a possibilidade de migrar para a compuatção em nuvem, seus líderes de TI têm a responsabilidade de explorar quatro questões indispensáveis – e que devem ajudá-los a identificar os custos escondidos da mudança.

1. Quais são as ações necessárias para mover ou substituir o legado das aplicações que serão alocadas na nuvem?

2. Quais mudanças de arquitetura são necessárias para integrar as aplicações hospedadas na nuvem e fora dela?

3. Como devemos mudar nossas tecnologias e processos para tirar o máximo proveito do novo modelo de computação?

4. Quais são os exemplos de como uma nuvem privada – desenvolvida para a utilização de uma única empresa – pode gerar mais flexibilidade à TI do que o modelo que a organização utiliza atualmente?

Conforme essas quatro questões são resolvidas, os CIOs devem concentrar-se em garantir que a integração entre os dados armazenados de forma tradicional até então e a aplicação de cloud computing aconteça de forma programada e sem causar indisponibilidade aos usuários.

Nesse contexto, outras perguntas são geradas e, mais uma vez, o gestor de TI deve resolvê-las antes de assinar um contrato de migração para o modelo de computação em nuvem. São elas:

1. Como é possível garantir que os sistemas de controle da base de clientes e de billing da companhia, por exemplo, serão perfeitamente integrados à plataforma de cloud computing?

2. Quais são as habilidades que a equipe de TI deve possuir para gerenciar a migração de modelos?

Fonte: CIO – Estratégias de Negócios e TI para Líderes Corporativos

Uma nova praga virtual infectou os usuários de iPhone na Austrália.iphone

O código malicioso é o primeiro vírus para o aparelho da Apple. A “praga” muda a imagem da tela para uma foto do cantor Rick Astley, como aconteceu com usuários do celular na Austrália.

A ameaça se deu apenas para usuários que tenham feito jailbreak, processo de desbloqueio do aparelho que permite usar softwares não-autorizados pela Apple e, logo, a perda do sistema de proteção do aparelho.

De acordo com a empresa de segurança F-Secure, o código malicioso foi identificado como Ikee e é o primeiro vírus para iPhone.

A praga altera a imagem da tela para uma foto do cantor Rick Astley, sucesso nos anos 80. A foto traz uma frase: “ikee is never going to give you up”, em referência à música do cantor “Never Gonna Give You Up”.

O Ikee ataca o celular dos usuários que não alteraram a senha de administrador dos aparelhos destravados. Toda vez que encontra um equipamento sem a senha alterada, o vírus ganha acesso aos comandos do celular.

Para evitar o problema, a empresa de segurança dá algumas dicas técnicas para se prevenir destes ataques. Os passos devem ser feitos apenas por usuários que desbloquearam o sistema de seus iPhones. Caso contrário, não há necessidade. Confira:

1 – Baixe o pacote Mobile Terminal fornecido no site do software Cydia (para baixar aplicativos de iPhone) pelo celular.

2 – O ícone do programa deve aparecer na aplicação padrão do sistema operacional do iPhone (springboard) com o nome Terminal. Em seguida, instale o aplicativo.

3 – Agora é necessário obter acesso de administrador. No terminal, entre com o comando “su root”, que permite esse acesso, e coloque a senha padrão da Apple (“alpine”). Com o comando “su root”, é possível alterar a senha sem deixar brecha para executar outros aplicativos.

4 – Acesse o comando de senha “passwd”. Você deverá digitar a nova senha duas vezes para confirmar a alteração. Por questões de segurança, as letras não devem aparecer.

5 – Agora você deve alterar a senha da conta de usuários. Entre com o comando “passwd mobile” e coloque a nova senha duas vezes.

6 – Pronto. Basta fechar o terminal. E, de acordo com F-Secure, seu aparelho estará mais protegido.

Fonte: Época Negócios Online

A Asus anunciou o lançamento de dois notebooks com visualização em 3 dimensões, o G51J3D e o G72GX.20091109131455

Os dois aparelhos contam com memória dedicada de 1 GB em DDR3, 4 GB de RAM, processador core i7, placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 160M e ainda reproduzem vídeos em 1080p.

O G51J3D possui tela de 15,6 polegadas, e deve chegar ao mercado já no próximo mês de dezembro. O G72GX, por sua vez, vem com tela de 17,3 polegadas e estará disponível no mercado apenas no segundo trimestre de 2010.

Para visualização em 3D, os usuários precisarão utilizar óculos especiais – que, provavelmente, serão fornecidos pela empresa.

Fonte: Olhar digital

Como fazer a inovação funcionar

Paddy Miller, professor do IESE fala sobre estratégias que tornam as empresas realmente inovadoras

Ser inovadora é a meta de toda organização. Porém, nem todas conseguem colocar em prática esse plano. Nesse vídeo, Paddy Miller, professor do IESE Business School – uma das principais escolas de Negócios do mundo, que faz parte da Universidade de Navarra – fala sobre os cursos de inovação oferecidos pelo IESE e aborda técnicas para difundir a inovação por toda a organização. Clique abaixo.

 

Na segunda parte da entrevista, Paddy Miller fala que a inovação não deve ser restrita a um grupo de profissionais da empresa. Pelo contrário, deve envolver todos, nos mais diversos níveis hierárquicos.

O professor do IESE fala ainda que, ao contrário do que muitos supõem, a inovação não tem relação com a diversão ou com horas de lazer. “A inovação muitas vezes surge nas adversidades, quando a empresa tem um problema real para resolver”. Clique no vídeo abaixo e saiba mais.

Fonte: Época NEGÓCIOS Online

A Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão americano que administra a internet e os nomes dos sites, aprovou nesta sexta-feira, em Seul, na Coreia do Sul, o uso de caracteres não- romanos nos endereços da rede.

A medida está sendo considerada pela Icann como “a maior mudança na internet desde que foi inventada, há 40 anos” e reconhece o caráter global da rede. A proposta foi aprovada em primeira instância em 2008 e permitirá que endereços sejam escritos em árabe, chinês ou japonês, por exemplo.

A agência passará a aceitar inscrições já em 16 de novembro e os primeiros domínios escritos em outros alfabetos já começarão a aparecer no início de 2010.

Identidade
Segundo o porta-voz da Icann Rod Beckstrom, “mais da metade dos 1,6 bilhões de usuários de internet em todo o mundo usam outros alfabetos que não o latino”. De acordo com o órgão, a nova medida ajudará esses usuários a manter sua identidade cultural no futuro.

“Esta mudança é muito necessária para os futuros usuários, na medida em que a internet continua a se expandir”, completou. “O que criamos é um diferente sistema de tradução. Temos confiança de que ele funciona porque o temos testado por alguns anos”, disse Peter Dengate Thrush, da comissão encarregada de supervisionar o processo.

O sistema transforma endereços comuns, como “bbc.co.uk” em uma série de números que são posteriormente traduzidos para outros alfabetos. Alguns países como China e Tailândia já introduziram sistemas que permitem que usuários escrevam endereços da rede em seus próprios idiomas, mas estas iniciativas não foram aprovadas internacionalmente nem funcionam em qualquer computador.

Fonte: Terra

Conheça os últimos lançamentos e veja qual é o melhor pra você

Links: Diferenças técnicas entre o Core i5 e Core i7

              Três novos processadores no mercado!

              Core i7, tudo o que você precisa saber

 A primeira coisa que você precisa prestar atenção na hora de comprar um computador é o processador. E há várias novidades nesse pedaço. A família Core 2 Duo continua na ativa, oferecendo desempenho e economia de energia. Essa foi a família que popularizou os chips com mais de um núcleo de processamento e elevou a performance dos computadores.

Só que o mundo da tecnologia não para. Os processadores Core 2 Duo são fabricados usando transistores que medem 60 nanômetros. E, já no final do ano passado, essa tecnologia foi melhorada, com transistores ainda menores, medindo 45 nanômetros. Chegava ao mercado a família Core i7.

Depois do Core i7, recentemente foi anunciada a chegada do Core i5. Mas, antes que isso vire uma confusão, vamos às características de cada uma dessas famílias.

Os processadores Core 2 Duo ainda vão ficar no mercado por um bom tempo. E você os encontra na maior parte dos notebooks e desktops em oferta no mercado. E eles continuam a ser uma ótima alternativa de desempenho. Por enquanto, aliás, eles são a melhor escolha quando se fala de um notebook, por exemplo.

Já a família Core i7  está presente em máquinas de alto desempenho. Workstations voltadas, por exemplo, para edição de vídeo, computação gráfica e outras tarefas pesadas.

Os processadores Core i5 já estão presentes em alguns desktops que você encontra no mercado brasileiro. Baseados na mesma tecnologia de 45 nanômetros do Core i7, eles oferecem desempenho surpreendente, com preços mais acessíveis. Existem algumas diferenças técnicas entre um Core i5 e um Core i7. E se você quiser conhecê-las melhor, acesse Olhar Digital.com.br. No texto que acompanha essa reportagem (link aqui), há uma explicação para quem gosta dos aspectos mais técnicos. Aproveite, e aproveite também para conferir outras reportagens sobre o Core i7 e o Core i5. Os links estão todos lá.

Fonte: Olhar Digital

O presidente do PoloSul.org, Pedro Muller, proferiu a convite da direção do IFSUL – Instituto Federal Sul Rio Grandense em Passo Fundo – palestra aos estudantes dos cursos: técnico em informática para internet e superior de sistemas para interne, falando sobre o Mercado de TI, cenários e oportunidades.

palestra_polosul

Na ocasião Pedro Muller fez um relato de como está o cenário mundial, nacional e regional no tocante ao setor de TI – Tecnologia da Informação – ressaltando a crescente busca por capital humano e a necessidade de qualificação das pessoas que estão nos cursos de formação se preparando para entrar no mercado de trabalho.

Em relação às ações do PoloSul que congrega as empresas de software de Passo Fundo e região, Muller falou das atividades desenvolvidas, além de ressaltar projetos importantes que estão previstos para se concretizarem em breve, como o Parque Tecnológico e Fábrica de Software, entre outros.

Os alunos presentes a palestra aproveitaram para fazer perguntas e esclarecer dúvidas sobre o que vem oferecendo o mercado na área de TI.

Fonte: Polosul.org

O laptop do futuro

Empresa de design mostra o que podemos esperar desses aparelhos daqui alguns anos

A empresa alemã Orkin Design resolveu fazer um exercício de futurologia e, neste vídeo, mostra o que poderemos esperar de um notebook no futuro. A tela, baseada na tecnologia OLED, é bem leve e flexível. Por isso mesmo, o equipamento poderia ser enrolado para ocupar menos espaço, e carregado assim, como se fosse uma bolsa. Ao estendê-lo, parte da estrutura se transformaria em tela, e a outra em teclado. Isso porque a superfície também seria sensível ao toque. Caso ela ficasse toda estendida, o equipamento se transformaria em um tablet. E mais: apoiando a estrutura dessa forma, o equipamento se transforma em uma TV. Fácil assim!

As telas flexíveis já estão em desenvolvimento há alguns anos. A dificuldade tem sido produzir superfícies grandes em escala, a um preço competitivo. Será que um dia, nossos laptops serão assim?

 Fonte: Olhar digital

O Ministério da Justiça lança nesta quinta-feira o debate sobre o Marco Regulatório Civil da Internet, que tem como objetivo definir os direitos e responsabilidades básicas no uso da rede mundial de computadores. A discussão quer estabelecer regras que orientem ações de indivíduos e organizações da web.

Estarão presentes ao lançamento o ministro da Justiça, Tarso Genro, representantes do Ministério da Cultura, Congresso Nacional, Comitê Gestor da Internet no Brasil e de organizações da sociedade civil. A discussão contará com uma consulta pública – em formato de blog – aberta a toda a população.

Regras de responsabilidade civil de provedores e usuários sobre o conteúdo postado na internet e as medidas para preservar e regulamentar direitos fundamentais do internauta, como a liberdade de expressão e a privacidade, serão discutidas no evento que ocorre no Rio de Janeiro, na Fundação Getúlio Vargas.

Temas como diretrizes para ações de governo com relação à internet também serão debatidos.

As discussões poderão ser acompanhadas pelo Twitter e pelo site www.culturadigital.br/marcocivil (ainda não está ativo, entrará no ar na quinta-feira).

As inscrições para o evento de lançamento – que será realizado às 15h na Fundação Getúlio Vargas (Praia de Botafogo, 190, no Rio de Janeiro), no Hall da Presidência (12º andar) – devem ser feitas no endereço http://direitorio.fgv.br/marco-regulatorio.

Fonte: Terra

Internet completa quatro décadas

No mundo, a rede já alcança 1,7 bilhão de pessoas.

Em 29 de outubro de 1969, pela primeira vez, dois computadores situados em locais diferentes, em duas universidades da Califórnia (EUA), trocaram informações entre si. Foi o embrião do que hoje chamamos de internet. No mundo, a rede já alcança 1,7 bilhão de pessoas, indica a Internet World Stats. Em quatro décadas, gerou uma revolução não só tecnológica, mas também econômica e cultural.

E a internet já se prepara para uma nova transformação. A rede ficará cada vez mais onipresente, a ponto de conectar os eletrodomésticos de sua casa e até fechar a janela da sala quando começar a chover. É a “internet das coisas”. Na Zero Hora desta quinta-feira, você lerá mais sobre como a internet mudou a vida das pessoas, os seus desafios e novos rumos.

Fonte: Zero Hora

Gigante de buscas fechou acordo com companhia aérea Virgin America. Parceria terá duração de dois meses, com início em 10 de novembro.

Mapa do Google mostra os destinos norte-americanos oferecidos pela companhia aérea Virgin America.

O Google se prepara para oferecer acesso gratuito à internet em voos realizados nos Estados Unidos, por um período de dois meses, de acordo com post publicado no blog oficial da gigante de buscas nesta segunda-feira (19). “Estamos animados em contar para vocês que estamos trabalhando em parceria com a Virgin America para oferecer Wi-Fi gratuito em todos os voos da Virgin America entre 10 de novembro de 2009 e 15 de janeiro de 2010”, diz a mensagem assinada pelo gerente de marketing e produto, Jeff Aguero.

Na página especial da parceria, o Google aproveita para desejar boas festas antecipadas aos internautas, mostrando que o acordo quer aproveitar o agitado período de fim de ano para promover seu serviço.

A companhia norte-americana oferece voos para 10 destinos domésticos: Boston, Fort Lauderdale, Las Vegas, Los Angeles, Nova York, Orange County, San Diego, San Francisco, Seattle e Washington.

Em seu site, a Virgin America informa aos passageiros quanto custaria normalmente o acesso à web que será oferecido gratuitamente em período limitado: para uso da internet em laptops, varia de US$ 6 (voos com menos de 90 minutos) a US$ 13 (voos com três horas ou mais), enquanto que em handhelds o valor oscila entre US$ 6 (voos com menos de 90 minutos) e US$ 8 (voos a partir de 90 minutos). Já o passe que permite acesso por 30 dias custa US$ 50.

Novidade terá duas telas, segundo jornal ‘Wall Street Journal’.
Preço nos EUA é o mesmo do Kindle, eletrônico da loja Amazon.

O novo leitor eletrônico da livraria Barnes & Noble, que deve ser lançado na terça-feira, oferece duas telas: uma para leitura e outra colorida e sensível ao toque que permite controlar o aparelho. A novidade deve ser vendida nos EUA pelo mesmo preço do aparelho Kindle, da Amazon, divulgou o “Wall Street Journal”: US$ 259.

Leitor Digital

O aparelho, que segundo o jornal tem o nome Nook, vai concorrer com o Kindle e com o Sony Reader, entre outros leitores eletrônicos que permitem que os usuários leiam conteúdo digital em um dispositivo portátil. O jornal informou que os detalhes vieram de um anúncio de mídia impressa que será veiculado na edição de 25 de outubro do “New York Times”.

A Barnes & Noble e o New York Times não responderam imediatamente a pedidos de comentários. Diversos concorrentes estão tentando conquistar mercado à Amazon, que é vista como dominante nesse setor ainda pequeno, mas de rápido crescimento.

Os últimos 30 dias foram caracterizados por um surto de atividade da parte de lojas de livros, fabricantes de eletrônicos, editoras e operadoras de telefonia sem fio. Essas empresas esperam estabelecer presença no mercado antes da importante temporada de festas.

Livraria

Em julho, a Barnes & Noble, maior cadeia de livrarias físicas dos Estados Unidos, lançou o que define como maior livraria on-line do mundo, com mais de 700 mil títulos, que podem ser lidos em aparelhos como o iPhone, da Apple.

Os analistas dizem que a vantagem da Barnes & Noble pode estar em suas lojas físicas, nas quais os consumidores poderão testar o aparelho, bem como em seu forte relacionamento com as editoras — uma vantagem de que a Amazon também desfruta.

Com preço de US$ 259 dólares, o mesmo do Kindle depois de uma recente redução, a Barnes & Nobles tem o potencial de roubar usuários ao Kindle, que, segundos os críticos, apresenta design e funcionalidade insatisfatórios.

Uma tela colorida e de toque seria considerada vantagem por alguns usuários, acostumados a uma melhor funcionalidade por aparelhos como o iPhone e o iPod, da Apple.

Os rumores sobre leitores eletrônicos estão em ascensão há um mês, com o lançamento do Kindle International pela Amazon, a revelação de planos do Google para uma loja on-line de livros eletrônicos e a visita de Rupert Murdoch, da News Corp, ao Japão e Coreia do Sul para avaliar tecnologia para leitores eletrônicos.

Fonte: Tecnologia Terra

A Positivo Informática mudou sua linha de notebooks e netbooks e investiu em design nos novos produtos para a linha 2010. Entre os destaques estão novos netbooks coloridos e notebooks mais finos que chegam às lojas em outubro.

»Confira mais imagens dos novos modelos

A linha Mobo, de netbooks, ganha novas cores. O modelo Mobo Black tem quatro configurações distintas com tela de 10 polegadas, sistemas operacionais Linux ou Windows (7 ou XP) e preços sugeridos entre R$ 999 e R$ 1.699 (para a máquina com modem 3G integrado, 2 GB de memória, 320 GB de disco rígido e duas baterias). Já o Mobo Red, voltado ao público feminino, vem com Windows 7 Starter Edition, 2 GB de RAM, 120 GB de disco e teclado slim. Vai custar R$ 1.499, de acordo com a Positivo.

Para os notebooks, são duas novas linhas: Platinum e Aureum, ambas sem leitor ou gravador de disco óptico. O Platinum é o topo de linha, com 1,5 kg de peso e 2,2 centímetros de espessura. Tem tela de 13,3 polegadas, processador Intel Core 2 Solo de baixo consumo de energia (ULVSU3500) de 1,4 GHz, 120 GB de disco rígido, 3 GB de RAM, webcam, Bluetooth e leitor de impressões digitais. Seu preço sugerido é de R$ 3.799.

Finalmente, a linha Aureum também usa processadores de baixo consumo (Intel Celeron ou Pentium) e tem oito configurações distintas, com tela de 13,3 polegadas e Windows 7. Os preços sugeridos vão de R$ 1.699 a R$ 2.599 (máquina com modem 3G integrado, 4 GB de RAM, 500 GB de HD e Windows 7 Home Premium).

Assim como os novos desktops Union da Positivo, os portáteis chegam às lojas em meados de outubro, com o lançamento do Windows 7 no dia 22.

Cresce uso do Google Docs nas empresas

 

Fonte: InformationWeek EUA

 
 
Uso corporativo da ferramenta do gigante das buscas cresce, com ou sem aprovação dos departamentos de TI
 
O Google Docs, ferramenta do Google para processamento de textos, está se tornando bastante popular entre usuários corporativos. Uma pesquisa da IDC mostra ainda que este fato deveria preocupar a Microsoft.

Em julho, a IDC conduziu uma pesquisa com 262 executivos e encontrou que perto de 20% dos entrevistados afirmaram que o Google Docs estava sendo utilizado em suas organizações. Em outubro de 2007 esse índice era de 6%. Em nota, Melissa Webster, vice-presidente da IDC para tecnologias de conteúdo e mídia digital, caracterizou o crescimento do uso como “impressionante”.

E o Google Docs pode esperar mais aumento para o futuro: 27% dos pesquisados informaram que usavam ou pretendiam adotar o Google Docs no próximo ano. Isso sugere que a campanha de marketing do Google tem surtido efeito.

“O Google continua trabalhando e crescendo”, informou Webster em entrevista por telefone. “Eles continuam trabalhando para crescer no segmento corporativo. E boa parte vem do Google Premium.”

O Google Apps Premium é a suite paga do aplicativo do Google voltada para o segmento corporativo. Ela inclui Google Docs, Google Talk, Calendar, Site e Gmail. O foco da pesquisa da IDC foi especificamente Google Docs.

Para a analista da IDC, esse crescimento é reflexo da facilidade de colaboração que a ferramenta confere. Ela acrescenta ainda que o aumento na adoção não está condicionado à aprovação da TI.

“Acreditamos que boa parte da adoção de Google Docs vem de uso ad hoc. É o caso clássido de empregados utilizando serviços gratuitos da web 2.0 para produzir conteúdo profissional, sem pedir permissão”, informou Webster. “Em algumas organizações, a TI está no escuro.”

A especialista pontuou rapidamente que o Microsoft Office parece não estar perdendo participação de mercado para o Google Docs, já que 97% dos entrevistados disseram ter uma ou mais versões do produto da Microsoft em suas organizações.

Ela ressaltou, entretanto, que a fabricante do Windows deve assistir com atenção esse crescimento. “Indiretamente, o momento do Google pode causar algum impacto na receita que a companhia faz com as atualizações para o Office 2010″, informou. “E, no longo prazo, os dois estão em curso de colisão.”

Fonte: It Web

Acesso à telefonia também aumentou, aponta estudo do IBGE

Pelo menos três em cada dez domicílios brasileiros tinham computador em 2008, totalizando 18 milhões de residências. Além disso, dois em cada dez eram conectados à internet, somando quase 14 milhões. Embora os números mostrem algum avanço em relação aos dados de 2007, ainda revelam desigualdade no acesso a essa tecnologia.

Mais da metade dos domicílios do País que tem computador está localizada no Sudeste (10 milhões), região que também concentra a maior proporção de domicílios conectados à internet (31,5%). Em seguida vêm o Sul (28,6%) e o Centro-Oeste (23,5%). Nos últimos lugares aparecem as regiões Norte (10,6%) e Nordeste (11,6%).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (18/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008. O estudo, publicado anualmente, traz uma radiografia da situação econômica do país, com informações sobre população, migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimentos.

De acordo com Elis Monteiro, relações públicas do Comitê para Democratização da Internet (CDI), organização não governamental que atua na inclusão digital de pessoas de baixa renda, especialmente nas favelas do Rio de Janeiro, os números revelam que as classes sociais mais baixas ainda têm muitas dificuldades no acesso principalmente à internet.

“O acesso ao computador ficou mais fácil nos últimos anos, com a queda de preços e programas de financiamento para aquisição desse bem. Ao mesmo tempo, o acesso à internet requer investimentos mais altos tanto por parte do governo como da iniciativa privada”, defendeu.

O acesso à telefonia também cresceu, principalmente a celular. Entre os dois anos, o número de domicílios com algum tipo de telefone somou 82,1% e os que tinham só telefone móvel, 37,6%.

Microblogs na mira das empresas

Fonte: IT Web

 O movimento ainda é tímido, mas muitas companhias avaliam a possibilidade de adotar os microblogs como ferramentas corporativas, assim como redes sociais. Um grande apelo é a colaboração que esses meios proporcionam e, da troca de ideias, surgem produtos, soluções para economia de recursos, melhoria de processos. O negócio é saber como e quando aderir.

 Um especial publicado na InformationWeek EUA e traduzido para o IT Web retrata bem esse cenário, trazendo cases de companhias que já contabilizam os benefícios de introduzir ferramentas de microblogs no ambiente corporativo. Empresas como Jet Blue e Alcatel- Lucent estão implantando serviços como Twitter e outros similares para melhorar o serviço de atendimento ao cliente e o trabalho em grupo entre as unidades de negócios e continentes.

 A Jet Blue pensa o Twitter como parte de sua função de comunicação corporativa, que engloba relação com a mídia, comunicações internas e lidar com blogueiros. “Achamos que eles e os microblogs são jornalistas cidadãos”, diz Morgan Johnson, gerente de comunicações corporativas da JetBlue, que encabeça os esforços de Twitter da companhia aérea. Os usuários da rede têm o mesmo alcance dos jornalistas tradicionais, mas há muito mais. “Nossa utilização primária é só assistir e ouvir. O Twitter pode facilmente ser uma das ferramentas de pesquisa de mercado”, diz Johnson. As empresas estão desesperadas por retorno dos clientes, mas não encontram uma forma fácil de tê-lo. “Em qualquer um de nossos voos, mandamos dez e-mails pedindo feedback e somente conseguimos alguns retornos. Este tipo de informação é muito importante para nós.”

 Yammer

Também despontando no cenário de microblog, inclusive dentro das corporações, está o serviço Yammer. Ele é bem similar ao Twitter, mas oferece grupos de discussões sobre um assunto ou entre pessoas do mesmo trabalho. Por essas funcionalidades, o serviço foi escolhido pela Alcatel-Lucent, que, por meio dele, tenta quebrar barreiras entre as unidades de negócio e os empregos no mundo todo.

Fonte: Tecnologia Terra

Telefones celulares com teclado são cada vez mais populares, mas nem todo mundo tem dinheiro sobrando para comprar um aparelho topo de linha por R$ 2.399, como o recém-lançado Nokia N97, que tem tela sensível ao toque e um teclado integrado. Selecionamos alguns modelos que dão o pontapé inicial nessa categoria – ou pelo menos quebram o galho na hora de acessar e-mails de qualquer lugar.

Dois modelos são os que mais têm cara de “smartphone” nesta lista: Nokia E63 e Motorola Q11, ambos com design bastante parecido. O E63, da fabricante finlandesa, tem um modo de personalização da tela inicial, que se alterna em um modo “pessoal” e um de “escritório”. Tem conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth e integração com e-mails corporativos (Microsoft Exchange). O E63 é vendido pelo preço sugerido de R$ 999, em média.

Já o Q11 roda o sistema Windows Mobile, da Microsoft, não tem 3G (usa conectividade EDGE, mais lenta) e oferece GPS (consulte a operadora na questão dos mapas, já que existem duas versões desse aparelho à venda no mercado brasileiro) e uma câmera de 3 megapixels. O sistema tem integração com serviços da Microsoft, como Hotmail e Windows Live. Também sai pelo preço sugerido de R$ 999.

Os outros dois modelos são o que há de mais básico para acessar e-mails, mensagens instantâneas e internet no celular: LG GT360 (Messenger) e Samsung Scrapy. O LG Messenger é um aparelho GSM/EDGE com tela de de 2,4 polegadas (resolução 240 x 320) sensível ao toque para discagem (e apenas nessa função). Abaixo da tela se esconde o teclado QWERTY. Com câmera de 2 megapixels, tocador de MP3 e rádio FM, além de cartão de memória de 1 GB, o Messenger também acessa serviços da Microsoft, como o Live Messenger e Hotmail. Sai pelo preço sugerido de R$ 599.

O Scrapy segue um design parecido, com configurações similares: acesso à internet via EDGE, 512 MB de memória no cartão, tocador de música, Bluetooth e também acesso a serviços como Hotmail e Live Messenger, além de e-mails e internet. Está à venda por um preço médio de R$ 649.

Ainda na faixa dos “celulares básicos do teclado” entra o novo Motorola MotoCubo A45 Eco, que começa a ser vendido em setembro. O modelo EDGE, produzido com materiais reciclados, tem câmera de 2 megapixels, tocador de MP3 e FM, com cartão de memória de 2 GB.

Apesar de ser bastante básico, tem aplicativos nativos para redes sociais (Facebook e Orkut) e e-mails, mensagens instantâneas e SMS. Vai custar R$ 549, preço que pode variar de acordo com a operadora e o plano de dados escolhido.

Para visualizar os modelos, clique aqui:

http://tecnologia.terra.com.br/galerias/0,,OI107040-EI4795,00.html

Internet 3.0 vai conectar coisas

Fonte: O Estado de São Paulo

Mais do que os Estados Unidos e o Japão, a Europa tem sido ambiciosa em preparar-se para o futuro da Internet, em especial no que se convencionou chamar de Internet 3.0 ou Internet das Coisas. Essa foi uma das discussões mais animadas entre especialistas de várias áreas nesta IFA 2009.

Por que Internet das Coisas? Porque, além de tudo que já faz, ela irá conectar objetos físicos. Seus documentos pessoais, como o talão de cheques, seu computador, seu automóvel, sua câmera de vídeo e tudo o mais que lhe interessar terá capacidade de comunicação e localização. A nova Internet de terceira geração disporá de uma infraestrutura que abrangerá hardware, software e serviços de modo a tornar viável a nova rede capaz de conexão de objetos físicos.

Há cerca de um ano, a Comissão Europeia abriu consulta pública para estimular a discussão e implementação de soluções que tornem realidade, antes de qualquer outra região do mundo, a Internet das Coisas.

Quase tudo está por ser desenvolvido e padronizado no âmbito dessa nova geração da web, mas o otimismo domina a maioria dos especialistas, quanto à viabilidade prática da Internet 3.0. Os objetos conectados terão impacto positivo tanto nos negócios como no processo de informação. Serão milhões de máquinas e objetos que trocarão informação automaticamente, dia e noite.

A Metasig, buscando melhoria contínua de seus processos, está participando da capacitação do Sistema de Avaliação PGQP 2009. Este Sistema é um instrumento de diagnóstico organizacional que verifica o estágio de desenvolvimento gerencial das organizações, identifica lacunas e possibilita a elaboração do Plano de Ação do Sistema Gerencial.

Para o diretor da Metasig, a organização busca a excelência de sua gestão “a participação nesta capacitação permitirá uma avaliação mais crítica das melhores práticas da Metasig, conduzindo a melhoria dos processos atuais de gestão, objetivando a qualidade dos serviços oferecida aos clientes, parceiros e colaboradores”.

Sistema de Avaliação do PGQP

O Sistema de Avaliação foi estruturado em 1993, e foram adotados como base os critérios de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade, criado a partir do modelo dos Estados Unidos. É uma ferramenta de gestão que permite diagnosticar o estágio de desenvolvimento gerencial e planejar ações visando à melhoria continua. Este instrumento de avaliação possibilita a qualquer tipo de organização, de qualquer porte, setor e estágio de gestão, avaliar o seu sistema gerencial e o seu desempenho em relação às melhores práticas adotadas por organizações de alto desempenho. Ao longo de sua história, desde o seu primeiro ciclo do Sistema de Avaliação, em 1994, foram realizadas mais de 7.500 avaliações e treinados mais de 26.500 avaliadores, demonstrando a consolidação dessa metodologia de avaliação.

São oito, os critérios de avaliação do sistema, a saber: Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultados.

Ao adotar o sistema de avaliação do PGQP, as organizações se deparam com muitos benefícios, como: Confiança das partes interessadas na administração; Uniformidade de linguagem e comunicação gerencial; Capacitação interna para se auto-avaliar; Clareza de pontos fortes e oportunidades para melhoria da gestão; Desenvolvimento da visão sistêmica; Foco em resultados planejados; Medição clara do desempenho competitivo; Comprometimento e cooperação das pessoas; Reconhecimento das partes interessadas e Melhoria do desempenho do negócio.

Sobre o PGQP

Criado em 1992, o PGQP atua na promoção da competitividade do Rio Grande do Sul para melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de oito mil organizações associadas e uma rede de 79 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 250 mil pessoas nos fundamentos da qualidade.

Fonte: IT Web

Fabricantes, antes reticentes, surpreenderam-se com bons resultados e investem em modelos mais robustos para clientes empresariais.

No segundo trimestre de 2009 os embarques de netbooks cresceram 40%, superando os de laptops tradicionais. A tendência já era esperada desde os primeiros três meses do ano, quando a indústria despachou seis milhões de unidades deste produto, sinalizando o quão aquecido está o setor. No entanto, logo que estes “minicomputadores” chegaram ao mercado, no início de 2008, alguns analistas precipitaram-se em dizer que era um projeto que nascia morto, uma vez que os primeiros modelos tinham baixo poder de processamento, pouco espaço de armazenamento e eram voltados praticamente para o acesso à internet. Ironia do destino ou não, estes gadgets caíram nas graças dos usuários finais, evoluíram e hoje têm configurações bem próximas às dos laptops tradicionais. Resultado:  despontam como alternativa de mobilidade no mundo corporativo.

É verdade que a crise financeira global ajudou a impulsionar o aumento da participação desses equipamentos no mercado, já que as pessoas estavam deixando de comprar máquinas mais caras e, ao mesmo tempo, precisavam continuar tendo acesso à informática. Desta forma, a combinação de tamanho e preço baixo, aliada à evolução dos modelos, calhou e fundamentou a bom desempenho deste nicho. Contudo, apesar de todo o avanço, observado, principalmente, desde o início, ainda deve-se ter cautela ao compará-los com outros dispositivos. O recado vem da gerente de marketing de consumo da Intel, Denise Pereira. “Cada um tem seu uso específico. O notebook é focado em desempenho e geração de conteúdo, precisa de HD grande e processamento mais pesado. Já o netbook, volta-se para acesso à internet e aplicações que demandam menos processamento, por isso, o preço é menor”, explicou.

O alerta é importante, mas não significa que o produto seja limitado. Para aqueles que acham que os netbooks têm data certa para morrer, uma explicação simples do gerente de marketing da Asus do Brasil, Marcel Campos, pode sanar esta inquietude e ampliar ainda mais o debate: “quando saíram os utilitários esportivos (SUVs) pensava-se que não venderia mais modelos wagon com motor 1.6, mas não houve interferência. Era um novo segmento e tinha gente que precisava. O overlap que se falava, na verdade, era um gap. Com o netbook ocorre a mesma coisa”, comparou.

De fato, há um nicho a ser explorado no mercado de nets – seja como primeiro contato com o mundo da informática (aplicável para usuários finais e modelos mais em conta), opção de segundo computador ou, no caso das corporações, para conferir mobilidade aos diversos profissionais. Outra forma de venda já descoberta pelas fabricantes é por meio de parcerias com as operadoras de telefonia móvel, visto que os modelos mais recentes são embarcados com chips 3G e estão sendo fortemente subsidiados no Brasil e exterior.

Na Positivo Informática, o assunto está entre as prioridades. Em 2008, de todos os laptops vendidos pela companhia, 10% era netbooks. Um número de subiu rapidamente: somente no primeiro trimestre deste ano, de acordo com César Aymoré, diretor de marketing da fabricante, este porcentual saltou para 20%. “A gente entende que é uma categoria que veio em momento adequado e se tornou uma alternativa na crise. Tem muito espaço para crescimento e posso dizer que veio para ficar.”

Quando o executivo menciona uma alternativa durante a recessão econômica, ele não se refere apenas aos usuários finais. Além de ter firmado parceria recente com a operadora de telefonia Vivo e estar entre os líderes deste segmento no País, Aymoré confirma que tem em andamento mais de 20 projetos corporativos em diversos setores da indústria. “Normalmente, eles são voltados à automação da força de vendas. Mas temos o [case] de uma seguradora [cujo nome não pode ser revelado] que irá utilizar os nets para equipar os corretores”, confirmou.

Início com moderação

Todo esse sucesso de mercado, entretanto, não aconteceu da noite para o dia. Alguns fornecedores cometeram erros estratégicos, tiveram de rever a forma de encarar o setor e até adiaram a investida em novos terrenos. A fabricante de processadores Intel, conforme revela a gerente de marketing de consumo da companhia, Denise Pereira, estava muito focada em PCs e “não olhou com devida atenção” para nets. Mas ela garante que, no Brasil e na América Latina, o resultado foi melhor. “Deveríamos ter acordado uns quatro meses antes”, confessa.

Esse despertar, como definiu Denise, deveria ter sido uma melhor avaliação do mercado e um trabalho adicional na conscientização do cliente sobre o que era o produto. “Lá fora tivemos problemas. Não teve planejamento e muitos produtos foram devolvidos”, relembra, acrescentando que as pessoas pensavam que o aparelho era um laptop (com todas as configurações), mas em tamanho inferior. A espera, o estudo e o melhor entendimento do segmento, no entanto, ajudaram a Intel – e, atualmente, o Atom é o processador mais utilizado pelas fabricantes de netbooks.

Quem também chegou ao mercado depois da concorrência, mas que investe para ganhar terreno rapidamente é a Dell. Ela lançou seu netbook no último trimestre de 2008 no mercado norte-americano e, no Brasil, apenas em fevereiro deste ano. A companhia acredita em crescimento contínuo e vê nestes dispositivos uma grande ferramenta de mobilidade corporativa. “Lançamos, principalmente, com foco nos usuários finais, mas há empresas interessadas, que querem substituir handheld, já que os nets têm teclado e tela parecidos com laptop. Vamos explorar todas as áreas”, dispara Sandra Chen, gerente de produto netbook da Dell, que não vê obstáculos à frente pelo fato de a companhia ter chegado ao mercado depois da concorrência. “Estamos usando nosso know-how, além disto, o mercado está começando, então, tem espaço para crescer.”

A Lenovo, observando essa movimentação, também esperou para entrar neste nicho que, ao lado dos smartphones, é um dos que mais cresce, mesmo em tempos de crise financeira. De acordo com Luciano Beraldo, gerente de produtos portáteis, durante a primeira onda de minilaptops, aqueles com telas entre 7 e 8 polegadas, a fabricante preferiu assistir e avaliar como seria a aceitação por parte dos consumidores. “Os números são preliminares, mas estamos otimistas e queremos vender muito”, comenta.

Adoção em alta

Todos os fabricantes entrevistados para esta reportagem, mesmo acreditando que o grande apelo de venda seja para o consumidor final, concordam que, cedo ou tarde, a demanda corporativa irá crescer. E, justamente por isto, eles têm encaminhado projetos ou testes para clientes empresariais. “Há demanda corporativa. Mas o uso depende da criação de aplicativos e estamos analisando isto, principalmente, para força de vendas. Imagine um vendedor que precisa de catálogo online. Num PDA perde qualidade de imagem, com o netbook não. É próximo ao laptop e não é tão caro”, divaga Beraldo.

Pensando à frente, a HP dividiu seu segmento de nets entre corporativo e consumidor final, e separou os usuários empresariais em dois tipos: pessoas que o utilizam como segundo notebook e aquelas que adotam para força de vendas. “Esta segunda tem a maior saída. Há uma troca do smartphone e PDA por netbook”, explicou Cláudio Carneiro, gerente de produto notebook corporativo da fabricante. Sim, ele está na área de notebook e a explicação para isto é que os netbooks corporativos da empresa possuem configurações mais próximas dos laptops tradicionais.

Assim, à medida que as fabricantes acreditam no potencial dos minicomputadores e investem nele, começam a surgir projetos de mobilidade corporativa. A Asus é uma delas. “A adoção na área empresarial é crescente; o netbook é pequeno, leve e dá conta do recado. Se for para uma planilha avançada, por exemplo, dá mais trabalho, mas para tarefas do dia-a-dia mostra-se perfeito. É móvel e a bateria dura quatro horas”, compara Campos, do marketing da fabricante. “Automação de força de venda, atendimento ao cliente, trabalho remoto e área educacional são nichos de atuação”, confirmou Beraldo, da Lenovo.

Além dessas funções, amplamente citadas pelos vendedores, aumenta também a utilização do aparelho como segunda máquina, para conferir mobilidade ao participar de reuniões e mesmo em viagens corporativas. “A pessoa usa um notebook 90% do tempo e quando vai para a rua leva o netbook com os dados para aquela reunião específica, faz a apresentação e volta. É muito mais seguro”, exemplifica Denise, da Intel.

A fácil adaptação aos sistemas da companhia, como ressaltou Campos, da Asus, também chama a atenção. “Com PDA, o sistema precisa ser adaptado.” Para ele, a grande “sacada” é rodar Windows, fazendo dos netbooks um computador como outro qualquer. Isto revela outro lado da indústria dos nets. A Microsoft, por exemplo, se viu forçada a adaptar seu sistema operacional para rodar nestes equipamentos, uma vez que o Vista é pesado demais. A fabricante só não teve maiores problemas porque o desempenho do XP foi bem-avaliado. Quem ainda deve fazer barulho é a plataforma Android, do Google. Desenhado para smartphones, o sistema operacional começa a ser adaptado para netbooks.

A disseminação dos netbooks acontece somente agora, porém, a ideia de um computador barato não é exatamente nova. Ela vinha sendo propagada por Nicholas Negroponte, há um bom tempo, por meio do seu projeto assistencial One Laptop per Chidren. Ele insistia na possibilidade de produzir um computador que fosse vendido a US$ 100 e chegou a apresentar o projeto para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. O valor pode não ser o vislumbrado por Negroponte, mas os minilaptops, pelo menos no exterior, têm preço bastante acessível e funcionaram como mecanismo de inclusão. Nos Estados Unidos, por exemplo, você encontra um bom modelo por US$ 350 ou até menos.

Ideologias e discussão de preços à parte, a indústria de PCs (e também a de processadores e de software) está assistindo com muito bons olhos a guinada dos netbooks e acreditam que o ritmo de crescimento nas vendas funciona como um peso positivo em um mercado onde o aumento da comercialização de equipamentos tradicionais (desktops e notebooks) está em tendência de queda, pelo menos nos EUA.


A Metasig, empresa que desenvolve soluções em tecnologia da informação, neste ano de 2009 completa 10 anos de atuação no mercado. A celebração do décimo aniversário de fundação da empresa é consolidada por operações bem-sucedidas, um período marcado por grandes buscas e profundas transformações. Foram centenas de clientes e milhares de co-clientes beneficiados com nossas soluções em tecnologia de informação.

Após uma década de atividades, o compromisso da Metasig com seus clientes está mais sólido do que nunca. Isso está claramente expresso em sua forte plataforma de produção e geração de valor agregado local. O crescimento com rentabilidade é – e continuará a ser – seu principal objetivo, a fim de gerar benefícios duradouros à clientes e colaboradores. Nesta nova década a busca constante por inovação tecnológica será sua principal missão.

É com foco em processos inovadores e objetivando a expansão dos negócios que neste importante momento nasce o GRUPO METASIG, inicialmente composto por dois braços fortes: a Metasig Excelência em Tecnologia da Informação e o Metaimob Soluções em Gestão de Negócios Imobiliários. E as novidades não param por ai.

Com o objetivo de ampliar os horizontes dos negócios, nos meses de abril e maio a direção do Grupo Metasig teve a oportunidade de visitar algumas empresas nos EUA, ligadas a centros de pesquisas com bases tecnológicas e aplicadas a setores específicos, como bancário, agricultura e imobiliário. A experiência foi de grande valia e vai permitir agregar novas tecnologias e processos, além da relação estabelecida entre a Metasig e empresas norte americanas.

E mais novidades virão. No início de setembro será lançando os novos portais dos integrantes do Grupo Metasig, os quais foram pensados em cada detalhe e funcionalidade, para que se tornem importantes ferramentas de comunicação com nossos clientes e a comunidade em geral. Além disso, continuaremos capacitando nossos colaboradores e trabalhando na melhoria contínua dos nossos processos.

Ao celebrar uma década de atuação no mercado de Tecnologia de Informação, a Metasig percebe ter construído a sua história ao longo deste período com excelentes resultados. Para os próximos anos, com força inovadora, foco no cliente, crescimento rentável, responsabilidade empresarial e excelência em pessoas, esperamos escrever mais uma trajetória de sucesso, os quais habilitam a empresa a alcançar seus objetivos de longo prazo mesmo em cenários adversos.

Ao findarmos esta década, dando início a uma nova, reafirmamos nosso compromisso com os nossos clientes, parceiros e colaboradores, certos de que uma nova história de sucesso, tanto para a empresa quanto para os nossos clientes, começa a ser escrita no decênio que agora se inicia. Nosso legado para a sociedade reflete o objetivo primordial da Metasig: levar lucratividade para as empresas por meio de soluções tecnológicas inovadoras.

Grupo Metasig

null