31 jan 2012
Vírus para computador podem estar infectando worms e criando uma nova espécie de malware híbrido, informou a empresa de segurança BitDefender
Apelidado de “Frankenmalware”, os híbridos estariam sendo criados quando um vírus infecta uma máquina que já estava comprometida devido a um worm.
O vírus então se anexa aos arquivos executáveis no sistema hospedeiro (incluindo o worm) e quando o worm se espalha ele acaba carregando o vírus junto.
Segundo a BitDefender, foram analisadas uma amostra com mais de 10 milhões de pedaços do “Frankenmalware” e se descobriu 40 mil amostras diferentes deste novo tipo de praga.
26 jan 2012
Muitas das “previsões” para esse mercado em 2011 não aconteceram. Entre as quais estavam o aumento dos contratos de nuvem e maior desempenho do Brasil nas exportações.
Sempre nesta época, analistas de mercado são rápidos nas projeções para determinados setores. Mas o que aconteceu com as previsões feitas no ano passado? Das 11 tendências traçadas para o segmento de outsourcing TI verifica-se que não se concretizaram nem a metade.
Claro, que este é o jogo da terceirização, onde as expectativas sobre o nível de serviço representam cerca de 99,99%. Algumas dessas previsões foram um fracasso: o Egito se tornará o centro do mundo? Haverá uma mega fusão entre uma empresa de grande porte na Índia e um fornecedor dos EUA? Houve falhas nas previsões feitas por especialistas.
Veja a seguir algumas das previsões que foram acertadas e as que falharam:
Revisão dos contratos
Lideres de TI prometiam revisar contratos existentes para reduzir custos. Embora isso seja óbvio, na verdade, sempre ocorreu. Com as pressões para cortes de orçamentos dos CEOS e diretores financeiros para fazer mais com menos, os CIOs estão sempre renegociando contratos de médio prazo para cortar despesas. Mas 2011 pode ter sido o ano em que esse esforço foi maior e bem sucedido. Algumas companhias fizeram ajustes, optando pelo full outsourcing para ficar com um único fornecedor ou terceirizaram mais atividades para obter preços melhores. Essas mudanças geram economias para os compradores.
24 jan 2012
CIOs devem dar boas-vindas em seus departamentos de TI a alguns produtos apresentados no CES 2012
O Consumer Electronics Show é um evento claramente focado no consumidor final, mas dado que estamos no meio da Era da Consumeriação da TI, o show tem a ver também com o mundo corporativo. E a julgar pelo evento deste ano, parece que alguns dos dispositivos e tecnologias dirigidos ao mercado consumidor poderiam realmente tornar o trabalho mais fácil, pelo menos em alguns casos.
Desktops virtuais
A tecnologia tem mais de uma década. Inclui desde soluções de software, como o VDI e o Citrix, até as baseadas em hardware, como as da HP. Na CES deste ano, uma nova tecnologia surgiu: aOnlive Desktop, baseada em mais especificações de jogos de computador e tecnologias de ponta que os seus antecessores. Explico.
O OnLive Desktop é um desktop completo, do Windows e do Office, para o iPad, que tira proveito de toda a tecnologia que a fornecedora do serviço usa para os jogos de alto desempenho. Os servidores do produto fazem todo o trabalho pesado – renderização 3D, por exemplo – para depois transmitir o resultado para a aplicação (veja a análise da MacWorld). Em breve, a oferta será estendida a outras plataformas, incluindo Android, iPhone, PC e Mac, bem como monitores e TVs.
Historicamente, os desktops virtuais foram prejudicadas pelo custo da solução, a conexão dedicada e as limitações de desempenho. O OnLive resolve esses problemas, já que os consumidores certamente não pagariam por uma rede melhor, um hardware único, ou aceitariam altas taxas mensais para usar o produto.
A conta gratuita do OnLive dá direito a 2 GB de armazenamento online aos programas da Microsoft. Caso você queira mais opções, pode desembolsar 10 dólares para obter uma conta Pro, com 50 GB de espaço, navegação web e habilidade para instalação de aplicações adicionais. O serviço possui ainda versões corporativas que incluem opções adicionais de customização para usuários finais nas empresas. Opções futuras incluirão serviços colaborativos, como compartilhamento de desktop (com chat).
O serviço corporativo vem sendo usado no último ano, sem problemas, em lares com conexões de banda larga ou empresas com redes bem geridas. Mas apresentou problemas em hotéis e empresas com redes mais antigas.
É claro que a OnLive vai precisar de um parceiro do porte de uma IBM ou Dell para criar um mercado amplo para o OnLive Desktop. A empresa tem planos para oferecer o produto para rodar em servidores de nuvens privadas – que claramente vão implicar em alguns custos iniciais não desprezíveis e em garantias – atualmente em desenvolvimento. Mas já que pensamos que o futuro da área de trabalho está na nuvem, esta é provavelmente a solução mais forte, a curto prazo, nessa direção.
20 jan 2012
Segundo o Gartner, concentrar esforços na redução de custo não fará a companhia se destacar no mercado
Para ser bem-sucedido em momentos de incerteza econômica, as empresas devem continuar a focar suas estratégias de negócios e buscar formas para diferenciar-se dos rivais, aconselha o Gartner.
O instituto de pesquisas afirma que esse posicionamento faz com que as empresas destaquem-se em meio a outras que só concentram esforços na redução de custos. “Uma estratégia requer foco na direção clara, postura que em tempos difíceis fica esquecida. Acreditamos que isso é realmente muito perigoso”, afirma o analista do Gartner Dave Aron.
Segundo Aron, empresas de sucesso têm estratégias de TI alinhadas às de negócios. Companhias dos setores de varejo e logística têm feito isso há um tempo, mas Aron afirma que todos os segmentos devem pensar dessa forma.
18 jan 2012
Excelência no Atendimento é o diferencial competitivo do Grupo Metasig. Por isso, a Equipe de Service-Desk, que antes já oferecia atendimento em qualquer lugar do Brasil, através de telefone ou intervenção remota, agora passa a oferecer atendimento também pela internet.
Assim, para melhorar ainda mais o canal de atendimento e gerenciamento de incidentes, o Grupo Metasig está implantando um novo processo de Atendimento ao Cliente, mais ágil e totalmente online: o Sistema de Service-Desk.
Se antes você recorria ao telefone para suprir suas dúvidas ou resolver incidentes sobre Sites Metasig, agora basta acessar a internet e descrever sua questão.
A Equipe de Suporte tem conhecimento instantaneamente da situação e encaminha suas demandas com muito mais agilidade. Além disso, você poderá acompanhar o andamento da sua solicitação, via Sistema online.
O Sistema de Service-Desk começará a funcionar na segunda-feira, dia 23 de janeiro. Mas não se preocupe: durante as próximas semanas a Equipe de Atendimento do Grupo Metasig irá entrar em contato com você, cliente, a fim de auxiliar nesse novo processo.
17 jan 2012
Foco em tecnologias estratégicas e em indicadores de desempenho são duas das recomendações da Gartner.
Como você gasta seu tempo é mais importante do que como você gasta o seu dinheiro. Erros no gasto do dinheiro podem ser corrigido, mas o tempo é perdido para sempre. Uma melhor gestão do tempo é há muito um elemento presente nos objetivos que muitos CIO pretendem atingir.
Em 2011, líderes de TI participantes do estudo State of the CIO, da revista CIO americana, foram convidados a dizer como gastam seu tempo agora e onde eles gostariam de gastar seu tempo nos próximos dois anos. A partir das respostas a essas duas perguntas, criei o que chamo de um Índice de prioridades futuras, que mapeia onde os CIOs afirmam que querem passar mais tempo contra o que os mantém ocupados agora.
Na categoria “como eles gastam seu tempo”, as três opções mais indicadas foram: 1) alinhamento da TI com os objetivos de negócio; 2) implementação de novas arquiteturas; 3) gestão de controle de custos. Já na categoria “onde querem passar mais tempo no futuro”, a lista inclui: 1) desenvolvimento de novas estratégias e tecnologias go-to-market; 2) estudar as tendências do mercado de oportunidades comerciais; 3) identificar oportunidades de diferenciação competitiva.
(mais…)
17 jan 2012
Objetos, plantas e até prédios podem ganhar capacidade de transmitir dados em poucos anos
Não se deixe levar pelo apelo futurístico do nome: internet das coisas. O conceito, uma das tendências da tecnologia atual, não tem nada de complicado. Significa apenas que os objetos estão cada vez mais conectados. A internet surgiu no desktop. Depois, foi para celulares, tablets e a televisão. E, agora, a tendência é que tudo transmita algum tipo de informação – do interruptor de sua casa a uma planta, passando por prédios e até rebanhos.
As “coisas” – ou os objetos – passam a se comunicar com o mundo e entre si através de sensores, como as etiquetas RFID e o NFC (veja abaixo). E um objeto inanimado ganha inteligência e poder de produzir informações – como a planta conectada que envia um tweet avisando o dono que está precisando de água.
Longe da futurologia, a tendência é atual – e concreta. Hoje estima-se que existam 9 bilhões de objetos conectados. Em 2020 esse número deve subir para 24 bilhões, segundo as estatísticas do GSMA, grupo que representa a indústria de empresas mobile no mundo.
12 jan 2012
Mudanças. Elas vêm para melhor, sempre. Inovar (do latim innovare), significa introduzir novidades, produzir algo novo, encontrar novo processo, renovar.
Após dois anos na web, o Grupo Metasig inova ao reformular os sites da Metasig e Metaimob, que foram totalmente redesenhados. Os novos sites contam com layout agradável e totalmente voltado à usabilidade dos clientes, com destaque para os produtos e serviços oferecidos. Além disso, os internautas têm acesso a notícias atualizadas voltadas aos segmentos da tecnologia da informação (Metasig) e setor imobiliário (Metaimob), através dos blogs Imob e MetasigNews, respectivamente.
O diferencial do novo site Metaimob é o atendimento online: nesse ambiente o interessado pode obter informações mais detalhadas com profissional qualificado sobre o IMOBVenda, IMOBLocação e IMOBCondomínio, além do IMOBSite.
Confira os novos sites Metasig e Metaimob
Os novos projetos surgem em uma linha de evolução dos sites anteriores, com mais recursos e tecnologias atualizadas, e design atrativo e dinâmico
Para melhor se relacionar com seus clientes, Metasig e Metaimob ganharam, juntamente com o novo site, páginas no Facebook.

As FanPages oferecem conteúdo segmentado, assim como os blogs, e servirão de canal interativo com público e clientes.
11 jan 2012
O desequilíbrio de competências internas e externas pode fazer o ROI da equipe de TI diminuir rapidamente.
A atração por terceirização da TI é forte. Difícil resistir às promessas de melhores níveis de serviço e redução dos custos com a premissa de liberação de recursos internos para se concentrar em questões estratégicas de negócios.
Infelizmente, poucos líderes de TI já entenderam que a terceirização bem sucedida requer um equilíbrio de competências internas e externas. No mínimo, esses CIOs “já perceberam a necessidade de ter uma equipe de TI suficientemente robusta para manter fornecedores honestos; ajuda na resolução de litígios e na obtenção do máximo valor a partir desta relação”, diz Bob Kriss, responsável por litígios de terceirização na Mayer Brown.
Na prática, a terceirização é um terreno escorregadio. Uma vez que uma organização tome gosto pelos benefícios da terceirização, o apetite para terceirizar mais serviços de TI aumenta naturalmente. Em pouco tempo, a carteira de trabalhos terceirizados começa a comprometer os benefícios e a minar a produtividade dos serviços internos de TI.
Quando a terceirização de TI é demais? Isso depende do cliente. Mas aqui estão sete sinais infalíveis que você precisa trazer algumas atividades de volta para casa.
1. Você tem que convidar o provedor de serviço para uma reunião de diretoria
O CEO convoca uma reunião estratégica. O CMO quer falar de Big DataO e analytics. CFO quer re-examinar as despesas de TI. É um mau sinal que você tenha que arrastar o contratante com você para todas as importantes reuniões de negócios. “Quando a única maneira de fornecer informações estratégicas de TI para os pares C-level é convidar o o fornecedor para discutir o assunto com eles, você tem terceirizado demais”, diz Adam Strichman, fundador da consultoria de outsourcing Sanda Partners. “Um bom contrato de terceirização preserva o direito de controlar questões críticas e estratégicas que afetem o negócio principal”, acrescenta Brad Peterson, da Mayer Brown.
6 jan 2012
Software desenvolvido pela Metasig para Projeto inédito da Universidade de Passo Fundo (UPF), em parceria com o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), está em fase de testes
Possibilitar a comunicação.
Essa é a base do Projeto “Comunicação verbal em unidade de terapia intensiva: validação do uso do tablet no relacionamento interpessoal do profissional de saúde e paciente”, da enfermeira mestranda do Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano da UPF Graciela de Brum Palmeiras, desenvolvido conjuntamente com o HSVP e a Metasig, sob orientação do Professor Dr. Adriano Pasqualotti, que possibilita a comunicação entre pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI), profissionais de saúde, e familiares.
Projetado em outubro de 2011, o software desenvolvido pela Metasig, chamado de CNV Mobile, já está sendo executado em fase experimental desde novembro, com pacientes do HSVP. A solução funciona de forma intuitiva e simples: com toques na tela do tablet, seja para escrever ou escolher através de figuras, o usuário pode comunicar suas necessidades, desde mudar de posição na cama até se está ou não sentindo dor.
Além disso, o CNV MOBILE possui registros dos atendimentos de cada paciente, incluindo tempo de uso e opções escolhidas, que qualifica e agiliza o processo de usabilidade do software, tanto por parte dos pacientes quanto dos profissionais que podem gerenciar e personalizar cada atendimento, inclusive por meio do cadastro de perfil do paciente. De acordo com o Gerente de Projetos da Metasig Mateus Figueiredo, o software está previsto para ser finalizado em maio.
Segundo o Diretor Executivo da Metasig Pedro Müller, ”o software é resultado de esforços conjuntos orientados pela inovação, e vai auxiliar muitas famílias a se comunicar em situações tão difíceis como a de estar em uma UTI”.
O diretor ressalta, também, a importância das organizações em “celebrar alianças” para a execução de projetos que têm como objetivo principal o “desenvolvimento social e humano”, não somente dos pacientes que serão beneficiados com o CNV MOBILE, mas com “todos os envolvidos” no Projeto, desde a teorização até a implementação, que certamente “sentem ter cumprido seu dever” para com a sociedade.
Confira matéria publicada no site do HSVP, e no site do jornal O Nacional, que ilustra os primeiros contatos dos pacientes com o CNV Mobile.
4 jan 2012
Apesar de reduzir custos, incerteza econômica pode frear contratos de terceirização nos próximos meses, preveem especialistas.
Em 2011, a indústria mundial de terceirização de TI foi marcada, em grande parte, por ofertas menores, clientes hesitantes, muita conversa, mas pouca ação em torno do modelo de cloud computing. A incerteza econômica nos Estados Unidos e Europa contribuiu para formar esse cenário.
Esse quadro tende a ser mantido em 2012, sinalizam especialistas. No entanto, os próximos 12 meses devem apresentar novas tendências para esse mercado.
Veja a seguir 12 previsões sobre o futuro do outsourcing.
1. 2012 será pautado por um mix de fusões e aquisições
Basta olhar para aquisições como HP-EDS, Dell-Perot, Xerox-ACS e ver para onde o mercado está indo. “Os provedores de outsourcing vão coibir as megafusões”, afirma Phil Fersht, fundador da companhia de análise do mercado de outsourcing HfS Research.
Segundo ele, isso vai acontecer devido à falta de atrativos de provedores menores em prover serviços com mais escala. A China está na contramão. De acordo com Rehkopf Michael, diretor de consultoria de outsourcing da TPI para Norte da Ásia, haverá ao menos duas uniões entre os 20 maiores prestadores de serviços no país.
Nos EUA, os grandes provedores são mais propensos a adquirir companhias de software que tenham ferramentas baseadas em nuvem, acredita Fersht. “Ou poderíamos ver fusão de três companhias medianas de nicho para criar um novo prestador de serviços de TI de maior porte”, afirma Mark Ruckman, consultor de outsourcing da Sanda Partners.
3 jan 2012
Dados da pesquisa Decision Dynamics, realizada com 628 executivos dos EUA, Europa e Asia, mostram que, mesmo cautelosas, as empresas esperam aumentar seus investimentos nessas áreas.
Boa notícia: 2012 não está paralizando os orçamentos das empresas nas áreas de TI, marketing e treinamento, embora a maioria manifeste cautela e preocupação com os primeiros seis meses do ano. Segundo pesquisa realizada pelo jornal Financial Times e pela agência de publicidade B2B Doremus, do grupo Omnicom, com 628 executivos dos EUA, Europa e Asia, a previsão é de aumento cuidadoso nos orçamentos para essas áreas quando comparado com 2011 e ampliação do nível de otimismo quando comparado a 2008.
O estudo Decision Dynamics mostra que a maioria das empresas ouvidas – companhias globais de diversos portes – planeja aumentar os recursos para orçamentos em TI; publicidade e marketing; desenvolvimento e pesquisa; e treinamento. Os aumentos médios ficam em 22% para TI, 12% para treinamento, 11% para pesquisa e desenvolvimento e 10% para publicidade e marketing. O quinto colocado na lista é infraestrutura, com 5% mais recursos que no ano anterior. No item TI, 37% dos entrevistados afirmou ter um orçamento maior este ano e apenas 15% dos executivos ouvidos disse que vai reduzir o orçamento de TI.
2 jan 2012
Apple de olho nas empresas e consolidação das TVs inteligentes são algumas das previsões de jornalistas especializados.
O IDG NOW! conversou com seus principais editores para saber suas previsões para a tecnologia em 2012.
Veja abaixo o que diz essa “bola de cristal”.
Simon Jary, editor do IDG no Reino Unido
Previsão para 2012: menor diferenciação entre as linhas de note/netbooks, tablets e smartphones, e entre as tecnologias para o mercado corporativo e para os consumidores finais. A Apple perderá mais da sua imagem de “boazinha”, mesmo com seu novo chefe, Tim Cook, não sendo tão agressivo quanto o último, Steve Jobs.