Muitas das “previsões” para esse mercado em 2011 não aconteceram. Entre as quais estavam o aumento dos contratos de nuvem e maior desempenho do Brasil nas exportações.

Sempre nesta época, analistas de mercado são rápidos nas projeções para determinados setores. Mas o que aconteceu com as previsões feitas no ano passado? Das 11 tendências traçadas para o segmento de outsourcing TI verifica-se que não se concretizaram nem a metade.

Claro, que este é o jogo da terceirização, onde as expectativas sobre o nível de serviço representam cerca de 99,99%. Algumas dessas previsões foram um fracasso: o Egito se tornará o centro do mundo? Haverá uma mega fusão entre uma empresa de grande porte na Índia e um fornecedor dos EUA? Houve falhas nas previsões feitas por especialistas.

Veja a seguir algumas das previsões que foram acertadas e as que falharam:

Revisão dos contratos

Lideres de TI prometiam revisar contratos existentes para reduzir custos. Embora isso seja óbvio, na verdade, sempre ocorreu. Com as pressões para cortes de orçamentos dos CEOS e diretores financeiros para fazer mais com menos, os CIOs estão sempre renegociando contratos de médio prazo para cortar despesas. Mas 2011 pode ter sido o ano em que esse esforço foi maior e bem sucedido. Algumas companhias fizeram ajustes, optando pelo full outsourcing para ficar com um único fornecedor ou terceirizaram mais atividades para obter preços melhores. Essas mudanças geram economias para os compradores.

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CIOs devem dar boas-vindas em seus departamentos de TI a alguns produtos apresentados no CES 2012

O Consumer Electronics Show é um evento claramente focado no consumidor final, mas dado que estamos no meio da Era da Consumeriação da TI, o show tem a ver também com o mundo corporativo. E a julgar pelo evento deste ano, parece que alguns dos dispositivos e tecnologias dirigidos ao mercado consumidor poderiam realmente tornar o trabalho mais fácil, pelo menos em alguns casos.

Desktops virtuais

A tecnologia tem mais de uma década. Inclui desde soluções de software, como o VDI e o Citrix, até as baseadas em hardware, como as da HP. Na CES deste ano, uma nova tecnologia surgiu: aOnlive Desktop, baseada em mais especificações de jogos de computador e tecnologias de ponta que os seus antecessores. Explico.

O OnLive Desktop é um desktop completo, do Windows e do Office, para o iPad, que tira proveito de toda a tecnologia que a fornecedora do serviço usa para os jogos de alto desempenho. Os servidores do produto fazem todo o trabalho pesado – renderização 3D, por exemplo – para depois transmitir o resultado para a aplicação (veja a análise da MacWorld). Em breve, a oferta será estendida a outras plataformas, incluindo Android, iPhone, PC e Mac, bem como monitores e TVs.

Historicamente, os desktops virtuais foram prejudicadas pelo custo da solução, a conexão dedicada e as limitações de desempenho. O OnLive resolve esses problemas, já que os consumidores certamente não pagariam por uma rede melhor, um hardware único, ou aceitariam altas taxas mensais para usar o produto.

A conta gratuita do OnLive dá direito a 2 GB de armazenamento online aos programas da Microsoft. Caso você queira mais opções, pode desembolsar 10 dólares para obter uma conta Pro, com 50 GB de espaço, navegação web e habilidade para instalação de aplicações adicionais. O serviço possui ainda versões corporativas que incluem opções adicionais de customização para usuários finais nas empresas. Opções futuras incluirão serviços colaborativos, como compartilhamento de desktop (com chat).

O serviço corporativo vem sendo usado no último ano, sem problemas, em lares com conexões de banda larga ou empresas com redes bem geridas. Mas apresentou problemas em hotéis e empresas com redes mais antigas.

É claro que a OnLive vai precisar de um parceiro do porte de uma IBM ou Dell para criar um mercado amplo para o OnLive Desktop. A empresa tem planos para oferecer o produto para rodar em servidores de nuvens privadas – que claramente vão implicar em alguns custos iniciais não desprezíveis e em garantias – atualmente em desenvolvimento. Mas já que pensamos que o futuro da área de trabalho está na nuvem, esta é provavelmente a solução mais forte, a curto prazo, nessa direção.

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Segundo o Gartner, concentrar esforços na redução de custo não fará a companhia se destacar no mercado

Para ser bem-sucedido em momentos de incerteza econômica, as empresas devem continuar a focar suas estratégias de negócios e buscar formas para diferenciar-se dos rivais, aconselha o Gartner.

O instituto de pesquisas afirma que esse posicionamento faz com que as empresas destaquem-se em meio a outras que só concentram esforços na redução de custos. “Uma estratégia requer foco na direção clara, postura que em tempos difíceis fica esquecida. Acreditamos que isso é realmente muito perigoso”, afirma o analista do Gartner Dave Aron.

Segundo Aron, empresas de sucesso têm estratégias de TI alinhadas às de negócios. Companhias dos setores de varejo e logística têm feito isso há um tempo, mas Aron afirma que todos os segmentos devem pensar dessa forma.

Fonte
Computer World 

Metasig terá novo canal de atendimento

Excelência no Atendimento é o diferencial competitivo do Grupo Metasig. Por isso, a Equipe de Service-Desk, que antes já oferecia atendimento em qualquer lugar do Brasil, através de telefone ou intervenção remota, agora passa a oferecer atendimento também pela internet. 

Assim, para melhorar ainda mais o canal de atendimento e gerenciamento de incidentes, o Grupo Metasig está implantando um novo processo de Atendimento ao Cliente, mais ágil e totalmente online: o Sistema de Service-Desk.

Se antes você recorria ao telefone para suprir suas dúvidas ou resolver incidentes sobre Sites Metasig, agora basta acessar a internet e descrever sua questão.

Equipe de Suporte tem conhecimento instantaneamente da situação e encaminha suas demandas com muito mais agilidade. Além disso, você poderá acompanhar o andamento da sua solicitação, via Sistema online.

Sistema de Service-Desk começará a funcionar na segunda-feira, dia 23 de janeiro. Mas não se preocupe: durante as próximas semanas a Equipe de Atendimento do Grupo Metasig irá entrar em contato com você, cliente, a fim de auxiliar nesse novo processo.

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Foco em tecnologias estratégicas e em indicadores de desempenho são duas das recomendações da Gartner.

Como você gasta seu tempo é mais importante do que como você gasta o seu dinheiro. Erros no gasto do dinheiro podem ser corrigido, mas o tempo é perdido para sempre. Uma melhor gestão do tempo é há muito um elemento presente nos objetivos que muitos CIO pretendem atingir.

Em 2011, líderes de TI participantes do estudo State of the CIO, da revista CIO americana, foram convidados a dizer como gastam seu tempo agora e onde eles gostariam de gastar seu tempo nos próximos dois anos. A partir das respostas a essas duas perguntas, criei o que chamo de um Índice de prioridades futuras, que mapeia onde os CIOs afirmam que querem passar mais tempo contra o que os mantém ocupados agora.

Na categoria “como eles gastam seu tempo”, as três opções mais indicadas foram: 1) alinhamento da TI com os objetivos de negócio; 2) implementação de novas arquiteturas; 3) gestão de controle de custos. Já na categoria “onde querem passar mais tempo no futuro”, a lista inclui: 1) desenvolvimento de novas estratégias e tecnologias go-to-market; 2) estudar as tendências do mercado de oportunidades comerciais; 3) identificar oportunidades de diferenciação competitiva.
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